Orça a Rádio Cidade

CIMAGRAN Marmoraria é centro de riqueza da região e da Família Silote

Franedir Gois/OPovonews Cimagran Marmoraria parceria da cultura solidarizando com o Programa Vozes e Riquezas da Terra, que acontece aos sábados das 10 ao meio dia na Rádio Caraipe Fm, 100,5. Procurando Mármores e Granitos de qualidade? Marmoraria Cimagran é a melhor opção de Teixeira de Freitas. Atuando na área de Mármores e Granitos se preocupando com a satisfação dos seus clientes. Nossa reportagem acompanhou de pertinho toda riqueza composta pela Cimagran Marmoraria de João Silote. Um patrimônio inigualável que envolve natureza, prestação de serviços à sociedade, variedades de produtos que vem de países diferentes e estão ao dispor da nossa Teixeira de Freitas e região. João Silote faz relatos das atividades e da importância da empresa no abastecimento para construção civil para toda região. Mármore para revestimento, projetos decoração, mármore e granito. Os cuidados devidos para não destruir o meio ambiente. (73) 3291-5252 – Avenida Presidente Getúlio Vargas, 3941 – (45995-002) Teixeira de Freitas, Bahia.

Juliette, a paixão nacional

Tida como a grande favorita da edição em levantamentos realizados por diferentes portais, a advogada e maquiadora paraibana Juliette Freire, de 31 anos, é a grande atração desta edição do Big Brother Brasil. Engraçada e sem papas da língua, Juliette chamou a atenção dos espectadores desde o VT que anunciava sua participação no BBB 21: “Meu sonho era ser uma mulher misteriosa, fina, centrada. Mas nasci tagarela”, disse em seu vídeo de apresentação. O público gostou e acabou escolhendo a sister para ser um entre os seis que iniciaram suas trajetórias no programa separados do grande grupo, com o bônus da imunidade. Com a entrada no reality, ela confirmou o que havia sido anunciado. Verdadeiramente tagarela e expansiva, Juliette dividiu opiniões ao, já no primeiro dia, se mostrar apaixonada à primeira vista por Fiuk. O amor platônico e repentino da paraibana rendeu memes e até uma música: “Calma, Juliette, o cara só foi educado / Disse ‘Oi’, ‘Tudo bem?’, ‘Obrigado’ / E tu chamou de namorado”, diz o funk criado por MC WC. Falando alto, brincando sempre e dando algumas vaciladas (como quando extrapolou seu tempo na dinâmica do raio X, prejudicando os colegas), ela incomodou participantes como Fiuk, Lumena e Karol Conká, o que acabou sendo um prato cheio para que a paraibana conquistasse ainda mais a simpatia dos espectadores. Ao longo desta edição do BBB, a paraibana mostrou-se disposta para o jogo, enfrentou as alfinetadas dos outros participantes e cresceu ainda mais em popularidade. Nos próximos dias, o Brasil deverá confirmar o favoritismo da nova paixão nacional, com a quase certa vitória de Juliette neste BBB21.

“Ladeira que liga São Lourenço ao Tancredo Neves está em situação de calamidade”, diz Marcelo Teixeira

Ele também denuncia problemas na avenida na lateral do Posto Skala e falta de médicos e super demanda no postinho do Colina Verde por causa dos residenciais. O vereador Marcelo Teixeira em uso da tribuna da Câmara Municipal na última quinta-feira (22), fez uma denúncia pedindo prioridade por parte da prefeitura de Teixeira, ao setor responsável para solucionar o problema da Avenida Sargento Pedro, onde fica a ladeira que liga o Bairro São Lourenço ao bairro Tancredo Neves. Segundo o parlamentar, a localidade exige muito cuidado em observância ao número de veículos que transitam, diariamente no local. “A ladeira que liga o São Lourenço ao Tancredo Neves está em situação de calamidade,” comentou o vereador. Ele também cita a avenida Lateral ao Posto Skala. Marcelo lembra que, apesar de ter havido “Operação Tapa Buraco” recentemente, a rua se encontra muito esburacada. “A lateral da Avenida Antônio Carlos Magalhães, sentido ao trevo do bairro Nova América, ela também está muito esburacada. Teve a operação “Tapa Buraco” recentemente, mas aquela avenida encontra-se também em situação desastrosa”, explicou. Neste mesmo dia, o vereador denunciou a falta de médicos no postinho do Colina Verde e enfatizou que a demanda naquele local é grande devido ao atendimento aos residenciais que foram feitos sem levar em consideração algumas necessidades básicas como, por exemplo,  Saúde e educação. O vereador finalizou sua participação, chamando o prefeito à responsabilidade de apurar com cuidado a suspeita de negligência na UMMI, que levou a óbito uma vida. Por inferência, de acordo com o parlamentar, por ser médico e especialista, o doutor tem uma responsabilidade maior e ainda mais capacidade para julgar o que é ou não negligência.  

Bispo católico constrange Senado Federal

Dom Manuel Edmilson Cruz, impôs um espetacular constrangimento ao Senado Federal, ao receber comenda. Dom Manoel recusa comenda e impõe constrangimento ao Senado Federal num plenário esvaziado, apenas com alguns parlamentares, parentes e amigos do homenageado, o bispo cearense de Limoeiro do Norte, Dom Manuel Edmilson Cruz. Impôs um espetacular constrangimento ao Senado Federal. O bispo chegou a receber a placa de referência da Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara das mãos do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). Mas, ao discursar, ele recusou a homenagem em protesto ao reajuste de 61,8% concedido pelos próprios deputados e senadores aos seus salários. “A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Hélder Câmara. Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la”. O público ali presente escutou tudo meio atordoado e aplaudiu a decisão. O bispo ainda destacou que a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar filas nos hospitais da rede pública, contrasta com a confortável situação salarial dos parlamentares. E acrescentou que o aumento “é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão contribuinte. Fere a dignidade do povo brasileiro que com o suor de seu rosto santifica o trabalho diário.  

CPI da Covid terá políticos experientes, ex-governadores e ex-ministro da Saúde; veja perfis

Senado instala comissão com 11 titulares e sete suplentes nesta terça; apoiadores do governo são minoria. Acordo prevê Omar Aziz presidente, Randolfe vice e Renan Calheiros como relator. Cominstalação prevista para esta terça-feira (27), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senadotem, entre os 11 integrantes titulares, políticos experientes, ex-governadores, nomes fortes do Centrão e até um ex-ministro da Saúde. A comissão tem o objetivo de investigar ações e omissões do governo federal na pandemia. A base aliada de Jair Bolsonaro terá minoria entre os titulares. Os 11 membros do colegiado podem ser divididos em: Dois oposicionistas declarados; Três independentes próximos à oposição; Dois nomes considerados independentes; Dois independentes próximos ao governo; e Dois governistas declarados. Entre os ex-governadores está Omar Aziz (PSD-AM), que governou o Amazonas, de 2010 a 2014. Ele é o favorito para presidir a CPI, conforme acordo da maioria dos integrantes do colegiado. Segundo o entendimento, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição, deve assumir a vice-presidência da comissão. Se confirmado presidente, Aziz deve indicar o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (MDB-AL) como relator. O Palácio do Planalto e seus aliados, no entanto, tentam impedir que Renan, visto como um oposicionista, assuma a relatoria da CPI. Um juiz chegou a conceder liminar para barrar sua indicação. O emedebista criticou a medida que, segundo o senador, foi “orquestrada pelo governo”. (Leia mais abaixo sobre o perfil de Renan) Quem é quem Confira, abaixo, os perfis dos 11 titulares da CPI da Covid:  INDEPENDENTES Omar Aziz (PSD-AM) Cotado para presidir a CPI da Covid, Omar Aziz foi eleito para o Senado em 2014. Antes disso, foi governador do Amazonas, deputado estadual e vice-prefeito de Manaus. Em 2019, teve familiares presos durante operação da Polícia Federal que apurava suposta prática de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e organização criminosa. O parlamentar se declara independente em relação ao governo Jair Bolsonaro. Recentemente, teceu críticas à gestão da pandemia, especialmente no que toca ao Amazonas – estado que enfrentou um colapso na saúde pública.  Em entrevista à GloboNews, disse que o Brasil não adotou barreiras sanitárias para evitar a entrada e proliferação do vírus; e não estabeleceu um protocolo para combater a doença. Eduardo Braga (MDB-AM) Líder do maior partido do Senado, Eduardo Braga está no segundo mandato como senador. Foi governador de Amazonas e deputado estadual por duas vezes. No governo Dilma Rousseff, foi ministro de Minas e Energia. Apesar de, em diversas votações, apoiar propostas do governo, Braga se declara independente. Desde a crise de saúde em Manaus, entretanto, o emedebista subiu o tom contra a gestão federal durante a pandemia. Em uma audiência no Senado em fevereiro, acusou o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, de mentir sobre o que levou à falta de oxigênio nos hospitais de Manaus. E acrescentou que “não foi feito tudo o que poderia ser feito” para evitar o problema de desabastecimento do insumo. Renan Calheiros (MDB-AL) Se Omar Aziz for eleito presidente, conforme acordo firmado pela maioria dos integrantes da CPI, Renan Calheiros será escolhido o relator do colegiado. Um dos principais nomes do MDB, Calheiros está em seu quarto mandato como senador. Foi deputado federal constituinte e também deputado estadual por Alagoas. Na gestão Fernando Henrique Cardoso, foi ministro da Justiça. É pai do atual governador alagoano, Renan Filho (MDB). Próximo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Renan se declara independente em relação ao governo Bolsonaro. Entretanto, diverge do presidente nas principais pautas defendidas por ele, e as critica. Foi quatro vezes presidente do Senado e alvo de vários inquéritos da Lava Jato, a maioria deles arquivados. Há uma semana, o presidente Jair Bolsonaro telefonou para Renan Filho, sinalizando interesse em manter um diálogo com o pai dele como relator. Nesta segunda, ao decidir sobre uma ação impetrada pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP), aliada de Bolsonaro, a Justiça Federal concedeu liminar (decisão provisória) que suspendeu a eventual escolha de Renan para relator. O senador disse que recorrerá. Se confirmado na relatoria, caberá a Renan Calheiros, ao fim dos trabalhos, elaborar um parecer e encaminhá-lo ao Ministério Público ou à Advocacia-Geral da União com conclusões sobre possíveis infrações e com eventuais pedidos de indiciamento. Tasso Jereissati (PSDB-CE) Governador do Ceará por três vezes, Tasso Jereissati está no segundo mandato no Senado. Crítico do governo Jair Bolsonaro, Tasso é um dos principais quadros do PSDB, inclusive cotado para ser o nome tucano na eleição presidencial de 2022. Ele já presidiu o partido, que diz ser de oposição ao Palácio do Planalto. O senador, contudo, prefere ser chamado de independente em relação ao governo. No começo do ano, em entrevista ao jornal “Valor Econômico”, disse que os presidentes da Câmara e do Senado não poderiam ser “submissos” ao governo Bolsonaro e acrescentou que as instituições precisam “trincar os dentes”, ser “fortes”. Ao “Globo”, criticou a distribuição de medicamentos sem eficácia comprovada pelo governo e defendeu responsabilização dos culpados pelo colapso em Manaus.  Otto Alencar (PSD-BA) Próximo do ex-presidente Lula, o senador baiano costuma dizer que nunca conversou com o presidente Jair Bolsonaro. Apesar disso, Otto Alencar prefere ser chamado de independente no atual cenário político. Ele está no primeiro mandato como senador. Antes disso, foi deputado estadual, vice-governador e chegou a governar a Bahia no ano de 2002. A despeito das críticas que faz à gestão Bolsonaro, o parlamentar, que é médico ortopedista, reconhece que o governo repassou grandes quantidades de recursos a estados e municípios no enfrentamento da pandemia.  Alencar lembra que, enquanto houve falta de insumos em alguns estados; outros não enfrentaram os mesmos problemas, o que indicaria falhas por parte de governadores e secretários de saúde. OPOSIÇÃO Humberto Costa (PT-PE) Médico de formação, Humberto Costa foi ministro da Saúde no primeiro mandato do ex-presidente Lula. No Senado, é um dos principais críticos da condução da pandemia pelo governo Jair Bolsonaro. Para Humberto Costa, a CPI precisa investigar a recomendação, por parte do governo, de remédios ineficazes contra a Covid-19. Ele também classifica como “barbáries” atitudes tomadas por Bolsonaro desde o início da pandemia. O petista, que já foi deputado estadual e federal por Pernambuco, está no segundo mandato como senador.

Brasileiro Feminino: Minas e Santos encerram 3ª rodada com empate

O empate por 2 a 2 entre Minas Brasília e Santos, nesta segunda-feira (26) no estádio Maria de Lourdes Abadia, o Abadião, em Ceilândia (DF), encerrou a terceira rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Foram marcados 33 gols em oito jogos, média de 4,125 por partida. Aos nove minutos, a lateral Kati avançou pela esquerda e tocou para o meio, próximo à grande área. Nenê deixou a bola passar e sobrar nos pés da também atacante Robinha, que bateu no canto da goleira Michelle, abrindo o placar para o Minas. O Santos pressionou atrás do empate ainda no primeiro tempo, mas parou em duas boas defesas de Karen. Aos 25 minutos, a goleira salvou o chute de Maria Dias, frente a frente com a atacante. Nos acréscimos, a camisa 1 espalmou para escanteio um forte voleio da atacante Ketlen, da meia-lua. A pressão santista continuou na etapa final. Aos 20 minutos, Ketlen balançou as redes, mas em posição de impedimento. O empate das Sereias da Vila saiu, enfim, aos 25 minutos. Após cruzamento pela esquerda, Amanda Gutierrez ajeitou na direita, já dentro da área, e a também atacante Karen Pelicari deixou tudo igual. A forte chuva que caiu em Ceilândia deixou o duelo truncado. Mesmo assim, o Minas conseguiu o segundo gol aos 40 minutos, com Nenê, livre, aproveitando a sobra de uma cobrança de escanteio, quase na pequena área. Dois minutos depois, Karen Pelicari cobrou falta com força e precisão, da intermediária, empatando novamente a partida, desta vez em definitivo. O Santos chegou aos cinco pontos, na quinta posição do Brasileirão, caindo uma colocação em relação à rodada anterior. O Minas, com dois pontos, saiu da zona de rebaixamento, ocupando o 11º lugar, superando outros três times (Flamengo, Bahia e Napoli-SC) pelo saldo e pelo número de gols marcados.

Seleção brasileira de tênis de mesa é convocada para Jogos de Tóquio

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) anunciou nesta segunda-feira (26) a convocação da seleção brasileira da modalidade para os Jogos de Tóquio (Japão). A equipe masculina terá Hugo Calderano, Gustavo Tsuboi e Vitor Ishiy, com Eric Jouti na reserva. Já o time feminino será representado por Bruna Takahashi, Jessica Yamada e Carol Kumahara, tendo Giulia Takahashi na suplência. A vaga de Calderano, sétimo do ranking da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, sigla em inglês), foi assegurada com a medalha de ouro obtida nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, no torneio individual. Naquele ano, a CBTM informou que a segunda vaga do time masculino e as duas primeiras da seleção feminina seriam ocupadas pelos atletas mais bem posicionados na lista da ITTF. Tsuboi (37º entre os homens), Bruna Takahashi (48ª entre as mulheres) e Jessica (142ª) se credenciaram para Tóquio. A confederação também adotou a colocação no ranking como critério para definir os terceiros representantes de cada equipe: Ishiy (59º) e Carol (144ª). Esta última disputará os Jogos pela terceira vez na carreira, igualando-se a Lígia Silva como a mulher com mais participações olímpicas no tênis de mesa. Quanto à escolha dos reservas, a nota da CBTM lembra que Jouti, 88º do mundo e quarto melhor brasileiro, já integra o time principal masculino no ciclo olímpico, e que Giulia, de 16 anos, “vem se destacando há alguns anos” e participou da Missão Europa com a seleção feminina em Portugal. A jovem, irmã de Bruna, é a 41ª do ranking mundial sub-19 e a 15ª no sub-17. “A escolha da Giulia Takahashi como reserva se dá pelos excelentes resultados obtidos, principalmente em 2019. Acredito muito no seu potencial e seria de muita importância adquirir experiência estando junto com a equipe em Tóquio”, explicou o técnico da seleção feminina, Hugo Hoyama, no comunicado da CBTM. “Cheguei a esse time e ao reserva pelos resultados em competições, dentro de uma estratégia para tentar conquistar resultados especiais para o Brasil. Temos uma equipe bem equilibrada, com três jogadores destros e um canhoto. Todos estão no top 100 do ranking mundial, com destaque para o Hugo Calderano, que figura no top 10”, argumentou Francisco Arado, o Paco, treinador da equipe masculina, também na nota divulgada pela confederação. Além da disputa por equipes, o Brasil possui duas vagas nas chaves individuais masculina e feminina. Segundo a CBTM, como os brasileiros mais bem posicionados nos respectivos rankings, Calderano e Bruna estão confirmados. O outro representante em cada naipe, conforme a entidade, será divulgado “até a data limite da inscrição, em meados de maio”. Antes da ida para Tóquio, as seleções realizarão períodos de preparação na Europa. O time masculino ficará em Ochsenhausen (Alemanha), no clube que Calderano defendeu até março. Já a equipe feminina se concentrará no Centro de Alto Rendimento de Vila Nova de Gaia, região metropolitana da cidade do Porto (Portugal), sede da Missão Europa em 2020. FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Vôlei de praia: após dois bronzes, Ágatha e Duda são campeãs em Cancún

Após duas medalhas de bronze seguidas, Ágatha e Duda foram campeãs pela primeira vez na temporada 2021 do circuito mundial de vôlei de praia. Nesta segunda-feira (26), a dupla brasileira ficou com o título da segunda de três etapas em Cancún (México) ao derrotar as russas Nadezda Makroguzova e Svetlana Kholomina por 2 sets a 0, com parciais de 21/15 e 21/19. Foi o 300º triunfo da parceria, que representará o Brasil na Olimpíada de Tóquio (Japão) e o sexto ouro delas no circuito mundial. Foi, também, a segunda conquista brasileira seguida no México. Na semana passada, Talita e Taiana foram campeãs da primeira etapa de Cancún ao vencerem as canadenses Melissa Humana-Paredes e Sarah Pavan, atuais campeãs do mundo e líderes do ranking da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). “Estamos desgastadas mentalmente por termos jogado do começo ao fim dois torneios seguidos. Agora é uma recuperação rápida para voltarmos para o terceiro evento, pois sempre entramos em quadra com fome de mais medalhas”, disse Agatha, que chegou ao décimo título em disputas do circuito mundial, após o jogo. “Ágatha foi muito importante. Jogou de forma muito agressiva desde a primeira virada de bola. Eu dedico esta vitória a ela. Este é o nosso terceiro evento na temporada internacional e nosso terceiro pódio consecutivo, o que mostra nossa evolução”, completou Duda, que venceu a sétima etapa de circuito mundial da carreira. Bronze no masculino Ainda nesta segunda-feira, o Brasil foi ao pódio na chave masculina com o bronze de Alison e Álvaro Filho. A parceria superou os italianos Adrian Carambula e Enrico Rossi por 2 sets a 0, com um duplo 21/17. É a primeira vez que a dupla conquista medalhas na atual temporada. “É um resultado muito importante. Nosso time está crescendo e a evolução no resultado da semana passada para esta [ficaram em 17º na primeira etapa de Cancún] é reflexo disto. Ter participado do circuito brasileiro [de vôlei de praia] antes foi um diferencial para ganharmos ritmo de competição”, comemorou Álvaro Filho. A terceira e última etapa do circuito em Cancún começa nesta quarta-feira (28) e vai até domingo (2). Os jogos são transmitidos ao vivo pelo canal da FIVB no YouTube. FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Diretoria da Anvisa rejeita importação e uso da Sputnik V

Os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitaram, por unanimidade, a importação e o uso da vacina russa Sputnik V pelo Brasil. A decisão foi tomada na noite desta segunda-feira (26). O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Os diretores do órgão se reuniram, de forma extraordinária, para avaliar os pedidos de nove estados para a aquisição da vacina. O diretor da Anvisa, Alex Machado Campos, que é o relator do pedido, considerou que o imunizante pode trazer riscos à saúde. Além disso, foram apontadas falhas e pendências na documentação apresentada pelo fabricante. Ele se baseou em pareceres técnicos de três gerências da Anvisa, que fizeram uma apresentação no início da reunião. “Para os pleitos ora em deliberação, o relatório técnico da avaliação da autoridade sanitária ainda não foi apresentado, os aspectos lacunosos não foram supridos, conforme as apresentações técnicas. Portanto, diante de todo o exposto, verifica-se que os pleitos em análise não atendem, neste momento, às disposições da Lei 14.124 e da Resolução da Diretoria Colegiada 476, de 2021, razão pela qual eu voto pela não autorização dos pedidos de importação e distribuição da vacina Sputnik V solicitados pelos estados que já relacionamos”, afirmou o diretor-relator. O voto do relator foi seguido pelos outros relatores da agência. A deliberação foi marcada dentro do prazo estipulado pela Lei n º 14.124/21, e de acordo com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, que determinou a análise da questão dentro do prazo de 30 dias. Caso não houvesse essa análise por parte da Anvisa, a vacina poderia ser importada. Os estados que tiveram seus pedidos avaliados pela Anvisa foram: Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Sergipe e Pernambuco. Além desses, também estão com pedidos pendentes de avaliação, ainda dentro do prazo, os estados de Rondônia, Sergipe, Tocantins, Amapá e Pará, e os municípios de Niterói (RJ) e Maricá (RJ). Ao todo, esses pedidos somam 66 milhões de doses, que poderiam vacinar cerca de 33 milhões de pessoas, por meio de duas doses. Antes da votação dos diretores, gerentes de três departamentos da Anvisa apresentaram seus pareceres técnicos contra a compra da Sputnik V. Os relatórios foram incorporados ao voto do diretor-relator, Alex Machado Campos. Vírus replicante Em sua apresentação, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, argumentou que os lotes analisados mostram a presença de adenovírus com capacidade de reprodução no composto da vacina, o que traz riscos à saúde. A tecnologia utilizada na fabricação da Sputnik V é a do adenovírus vetor. Por meio dessa técnica, o código genético do Sars-Cov-2, que é o vírus da covid-19, é inserido no adenovírus e este, ao ser administrado em seres humanos por meio da vacina, estimula as células do organismo a produzir uma resposta imune. O adenovírus é um vírus que possui uma capacidade natural de replicação no corpo humano, mas quando utilizado como imunizante, essa capacidade de reprodução deve estar neutralizada, o que não teria ocorrido no caso dos lotes da Sputnik avaliados pela Anvisa. “Um dos pontos críticos, cruciais, foi a presença de adenovírus replicante na vacina. Isso significa que o vírus, que deve ser utilizado apenas para carregar o material genético do coronavírus para as células humanas e promover a resposta imune, ele mesmo se replica. Isso é uma não conformidade grave”, disse Mendes. “Esse adenovírus replicante foi detectado em todos os lotes apresentados da vacina Sputnik”, Esse procedimento, explicou o gerente-geral, está em desacordo com o desenvolvimento de qualquer vacina de vetor viral, de acordo com os parâmetros de autoridades regulatórias dos Estados Unidos e da União Europeia. Ele alertou que, uma vez no organismo humano, o adenovírus replicante poderia causar viroses e se acumular em tecidos específicos do corpo, como nos rins. Documentação Em outra avaliação, dessa vez sobre as empresas que fabricam a vacina, a Gerência Geral de Inspeção e Fiscalização da Anvisa informou que não foi apresentado o relatório técnico de aprovação do imunizante russo para verificar o controle de qualidade na fabricação. Por causa disso, a Anvisa analisou documentos próprios e de outras autoridades regulatórias internacionais e solicitou a realização de uma inspeção presencial em duas das empresas que fabricam a vacina na Rússia, a Generium e a UfaVITA. A inspeção no Instituto Gamaleya, que é o desenvolvedor da vacina, foi negada pelo governo russo. Essa inspeção foi realizada ao longo da semana passada por três técnicos enviados pela agência. Na visita, de acordo com a gerente de inspeção, Ana Carolina Merino, foram constadas não conformidades na fabricação da vacina, que impactam, entre outras, na garantia de esterilidade do produto. “Neste momento, o risco inerente à fabricação não é possível de ser superado, tanto para o insumo fabricado pela Generium quanto pelos produtos acabados fabricados pela Generium e pela UfaVITA, então a nossa gerência não recomenda a importação da vacina”, afirmou. Em outro parecer, a gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária da Anvisa, Suzie Marie Gomes, afirmou haver falta de informações conclusivas sobre eventos adversos de curto, médio e longo prazos decorrentes do uso da vacina, o que prejudica a avaliação do produto. “Eu chamo a atenção também para que a ausência de dados também é informação. A ausência de comprovação é considerada uma evidência, e uma evidência forte, sobretudo quando temos uma estimativa de população exposta ao risco que beira os 15 milhões de cidadãos”, afirmou. FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Foragido do presídio e encontrado morto a golpes de facão em Porto Seguro

Foi encontrado morto, no início da manhã desta segunda-feira (26), na Praia da Ponta Grande localizada na Orla Norte da cidade de Porto Seguro, o jovem, Magno Miranda dos Santos Júnior de 23 anos, conhecido como “Galego.” Ele  encontrava-se  foragido do presídio de Eunápolis desde dezembro do ano passado, desde a saída temporária de natal. De acordo com a polícia, Magno foi assassinado a golpes de arma branca, provavelmente facão. Haviam em seu corpo ferimentos em várias áreas, inclusive no pescoço. Moradores encontraram o jovem estirado na faixa de areia e chamaram a polícia, que vai investigar a autoria e motivação do crime.

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