Segunda etapa da vacinação contra influenza começa na próxima semana

A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe influenza começa na terça-feira (11) e prossegue até o dia 8 de junho. Promovida pelo Ministério da Saúde em todo território nacional, a campanha teve início no mês passado e a estimativa é vacinar 79, 7 milhões de pessoas. A segunda etapa é destinada a idosos com mais de 60 anos e professores. Cerca de 33 milhões de pessoas deverão ser imunizadas nessa fase. A terceira fase, entre 9 de junho e 9 de julho, abrangerá cerca de 22 milhões de pessoas. Compõem esse público-alvo integrantes das Forças Armadas, de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas. A campanha teve início no dia 12 de abril com a vacinação de crianças entre 6 meses e 6 anos, povos indígenas, trabalhadores da área da saúde, gestantes e mulheres puérperas (que estão no período de até 45 dias após o parto). Pessoas que tomaram a primeira ou a segunda dose da vacina contra a covid-19 devem esperar pelo menos 14 dias para tomar o imunizante contra a gripe. De acordo com o vacinômetro da campanha, já foram aplicadas 6,9 milhões das 27, 3 milhões das doses distribuídas para todos os estados.
Foguete chinês pode cair no Brasil; saiba quais são as chances

Ilustração de foguete. Créditos: Shutterstock A reentrada do foguete chinês CZ-5B tinha 1,86% de chances de ocorrer sobre o Brasil de acordo com cálculo feito pela BRAMON a partir da última previsão de reentrada divulgada na quarta-feira (5). Segundo os cálculos de Joseph Remis, o foguete deveria reentrar por volta das 02h17 deste domingo (9). Mas como a previsão é feita com muita antecedência, tinha uma margem de erro de mais ou menos 21 horas e, dentro dessa margem, o objeto faria 9 passagens sobre o Brasil. Novos cálculos divulgados na manhã desta quinta-feira (6) indicam que a reentrada deve ocorrer um pouco mais cedo, à 0h06 de domingo (9), mas com uma margem de erro de 21 horas, o que acrescenta uma passagem a mais sobre a região sul do Brasil e eleva a possibilidade de reentrada sobre o país para 1,92%. Vale a pena reforçar que, durante o processo de reentrada, grande parte do foguete deve ser consumido pela atmosfera, restando apenas algumas partes mais resistentes e menores, como os tanques de combustíveis, que caem em velocidade bastante reduzida. A chance de que caiam em área habitada e possam causar algum tipo de dano em solo é muito pequena, embora não possa ser desprezada. SANDRÃO FERNANDES
“Tudo bandido”, diz Mourão. Você concorda?

De acordo com o Jornalista José Maria Trindade, os bandidos cresceram, ficaram arrogantes pois a polícia que antes tinha o risco de morte, sofre hoje risco também jurídico. Os malandros hoje fazem exibição de armas na internet para demonstrar poder. Isso é técnico. Uma demonstração de poder para adquirir mais poder. Na região onde aconteceu a ação policial, os traficantes estavam definindo até quem vai namorar com quem. O cidadão dessa região é refém de marginais protegidos por liminares da justiça. Não é só o STF. Existem outras liminares e existem outras determinações judiciais, limitando a ação policial. Os policiais agiram, seguindo o comando da coorporação; segundo o comando da segurança pública. Não foram policiais que acordaram e falaram: “vamos ali dar uns tiros”. Isso foi programado e foi a força do Estado, finalmente. Houve sim execução. O policial foi executado no exercício de seu trabalho, representando todos nós.
Judô do Brasil fecha Grand Slam de Kazan com 2 pratas e 3 bronzes

O Brasil encerrou hoje (7) sua participação no Grand Slam de Judô de Kazan (Rússia), último do ciclo olímpico, com mais uma medalha de prata de Rafael Silva Baby (categoria acima de 100 quilos) e três bronzes dos atletas David Moura (+100 kg), Maria Suelen Altheman (+78 kg) e Beatriz Souza (+78 kg). A primeira prata foi conquistada ontem (6) pela meio-medio Ketleyn Quadros (63 kg), medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim (China). Na disputa pelo ouro na final do peso pesado nesta sexta (7), Baby foi superado pelo russo Tamerlan Bashaev, e faturou a medalha de prata, somando mais 700 pontos no ranking mundial. O judoca luta para disputar a terceira olimpíada da carreira: Baby conquistou o bronze em Londres (2012) e na Rio 2016. Natural de Campo Grande (MS), o atleta compete diretamente com o matogrossense David Moura pela vaga olímpica na categoria acima de 100 kg. Moura levou o bronze nesta sexta (7), após vencer o russo Anton Krivobokov. O bronze vale 500 pontos no ranking. O segundo bronze do dia veio com a paulista Maria Suelen Altheman (+78 kg), que derrotou a portorriquenha Melissa Mojica. Em fevereiro, Suelen já havia superado Mojica por ippon, no Grand Slam de Tel Aviv (Israel), vitória que também lhe valeu o bronze. A judoca paulista é forte candidata à classificação para Tóquio 2020 na categoria acima de 78 kg, assim como Beatriz Souza, que também ficou em terceiro lugar ao derrotar a Sonia Asselah, da Argélia. A primeira a subir ao pódio no Grand Slam russo foi a judoca Ketleyn Quadros, natural de Ceilândia (DF), na categoria até 63 kg . Na decisão ontem (6) pela medalha de ouro, a meio-médio brasileira foi superada pela polonesa Agatha Ozdoba-Blach. Foi a segunda final consecutiva de Ketleyn no circuito mundial. A judoca somou mais 500 pontos e segue na briga pela vaga olímpica. Ketleyn foi bronze nos Jogos de Pequim (China), em 2008. A última oportunidade de os judocas brasileiros somarem pontos para o ranking será o Mundial, no período de 6 a 13 de junho. Cada país pode levar no máximo um judoca por categoria de peso e em cada gênero (masculino e feminino). Confira AQUI as vagas olímpicas já confirmadas. Fonte: Agência Brasil
Venda de veículos tem queda de 7,5% em abril, diz Anfavea
A venda de autoveículos teve uma queda de 7,5% em abril com o licenciamento de 175,1 mil unidades, ante as 189,4 mil vendidas no mês de março. Já na comparação com abril do ano passado, foi registrado um aumento de 214,2% nas vendas, já que naquele período foram comercializados no mercado interno 55,7 mil unidades. No acumulado do ano, o crescimento foi de 14,5%, ao totalizar 703,0 mil veículos licenciados. Os dados foram divulgados hoje (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “Vale lembrar que abril teve três dias úteis a menos e que em abril do ano passado as concessionárias e Detrans estavam fechados. Abril do ano passado foi muito difícil, com muitas cidades fechadas. Abril deste ano foi um mês bom para emplacamentos, com 8.757 vendas por dia, número superior ao mês de março em 6,3%”, disse o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. Ele destacou que o crescimento dos números no setor depende de como a economia se comportará nos próximos meses, de como será a imunização da população, como as cidades serão liberadas e como será o enfrentamento dos desafios da logística, um dos pontos de preocupação do setor. A produção em abril foi de 190,9 mil, o que representou uma queda de 4,7% na comparação com março. Quando comparada a abril de 2020, a produção de novos veículos teve aumento de 10.236,1%. Em abril do ano passado foram produzidas 1,8 mil unidades. A soma dos veículos produzidos entre janeiro e abril foi de 788,7mil, 34,2% a mais do que os 587,7 mil veículos produzidos nesse mesmo período em 2020. “É um número importante, lembrando que no início do mês ainda tínhamos algumas montadoras com as fábricas paradas, por conta da decisão de parar no final de março. Considerando todo o cenário de falta de componentes, semicondutores e logística é um número razoável. No acumulado, o percentual é tão alto que não faz sentido, já que é resultado de uma distorção causada pela situação do ano passado, com uma paralisação muito forte”, destacou Moraes. Balanço Segundo o balanço mensal da entidade, as exportações em abril caíram 7,9% ao atingir 33,9 mil unidades, número que em março chegou a 36,8mil. Já na comparação com o quarto mês do ano passado, quando as unidades vendidas no mercado externo foram de 7,2 mil veículos,369,7%. A soma dos veículos exportados entre janeiro e abril foi de 129,6 mil, 34,7% a mais do que o resultado desse período no ano de 2020. “Também tivemos dificuldade das exportações em abril do ano passado por conta da pandemia que também estava chegando aos principais mercados. Apesar de o número deste ano ser alto e um crescimento importante, a base de comparação do ano passado é muito baixa. Cabe destacar que as empresas têm procurado exportar o máximo possível para compensar, procurando mercados importantes para nós que aos poucos estão retomando as atividades”, explicou. Moraes disse ainda que o estoque de veículos é de 97 mil unidades, sendo 73 mil nas concessionárias e 24 mil nas fábricas, número que permanece nesse patamar desde novembro do ano passado. “Estamos girando em 17 dias de estoque, o que é um estoque justo, mas adequado considerando a situação”. O nível de emprego no setor automobilístico está estável com o total de 104,7mil postos de trabalho ocupados. “O número de empregos cresceu quando comparado com dezembro de 2020. São 3,464 mil funcionários adicionais. Em dezembro de 2020 havia 101,223 mil funcionários”, afirmou o presidente da Anfavea. Fonte: Agência Brasil
Covid-19: mortes seguem caindo lentamente, mas casos voltam a subir

As mortes por covid-19 no Brasil têm apresentado uma leve tendência de queda, segundo dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. No período de 25 de abril a 1º de maio (Semana Epidemiológica 17), foram registrados 16.945 óbitos, enquanto na semana anterior foram detectadas 17.814 vidas perdidas para a doença. O resultado revela uma queda de 5% no número de óbitos, o que é considerado um quadro de estabilidade pelo ministério. A média móvel de mortes (total de vidas perdidas durante a semana dividida pelo número de dias) ficou em 2.421. A curva de mortes durante a pandemia segue o movimento de reversão da tendência de alta da 2ª onda registrada neste ano, iniciada por um aumento intenso a partir do fim do mês de fevereiro. A inflexão teve início na semana epidemiológica 14, na 1ª quinzena de abril. Os boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde sobre o novo coronavírus reúnem a avaliação da pasta sobre a evolução da pandemia, considerando as semanas epidemiológicas, tipo de mediação empregada por autoridades de saúde para essas situações. Novos casos A curva de novos casos, que também vinha caindo, inverteu o movimento e oscilou 2% para cima. Na Semana Epidemiológica 17, foram registrados 417.760 novos diagnósticos positivos para covid-19, contra 408.124 na semana anterior. A média móvel de casos ficou em 59.680. O resultado da Semana Epidemiológica 17 marca uma mudança na tendência de queda no registro de novos casos de covid-19, iniciada em março, mas apenas com um revés na Semana Epidemiológica 13. Estados De acordo com o boletim epidemiológico, o número de estados com aumento de novos casos voltou a superar aqueles com redução. Na semana em estudo, 12 estados tiveram incremento nos diagnósticos confirmados, cinco estados e o Distrito Federal ficaram estáveis e nove registraram redução. Os acréscimos mais efetivos ocorreram no Rio Grande do Norte (47%) e Amapá (40%). Já as quedas mais intensas se deram no Piauí (-25%) e em Rondônia (-18%). Quando consideradas as mortes, o número de estados com queda das curvas foi de 13 mais o DF, oito ficaram estáveis e outros cinco tiveram acréscimo em relação ao balanço da semana anterior. Os aumentos mais representativos foram registrados em Roraima (52%) e Pernambuco (43%). As quedas mais expressivas aconteceram em Rondônia (-44%) e em Goiás (-28%). Mundo Na semana analisada, o Brasil foi ultrapassado pela Índia em registro de novas mortes. A Índia vive uma explosão da pandemia e registrou 23.231 novos óbitos no período. Em seguida vem o Brasil, com 16.945 óbitos, os Estados Unidos (4.647), a Colômbia (3.106) e o Irã (2.970). Em relação ao número de casos registrados da doença, o Brasil também ocupa a 2ª posição. A liderança ficou com a Índia, que teve 2.597.285 novos diagnósticos no período. O Brasil, com 417.760 casos, é seguido por Estados Unidos (347.161), Turquia (257.992) e França (168.849).
EBC inaugura banda estendida FM e estreia programação em 5 capitais

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) estreia hoje (7), em cinco capitais brasileiras, na chamada banda estendida FM. A nova frequência de transmissão é a 87.1 FM. Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Recife já podem sintonizar na nova frequência. No evento de inauguração da banda estendida, o secretário de Radiodifusão do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, celebrou “o trabalho cooperativo e o empenho dos agentes públicos que demonstra resultado efetivo”. O presidente da EBC, Glen Valente, recebeu um certificado de pioneirismo concedido pelo governo federal em reconhecimento aos serviços de radiodifusão da empresa. “Hoje é um dia histórico que reforça nosso compromisso com as plataformas. Muito trabalho, muita dedicação para conseguir esse momento histórico da Semana das Comunicações”, afirmou o presidente. “Com essa ampliação, teremos mais 60 canais de rádio [de todo o país] – atendendo a uma demanda antiga do setor. Tudo isso só foi possível graças aos esforços da equipe de radiodifusão do Ministério das Comunicações e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Mais uma vez, o governo demonstra sensibilidade com o setor, garantindo a continuidade das transmissões de rádio”, afirmou o ministro das Comunicações, Fábio Faria, por meio de mensagem divulgada por ocasião da inauguração das transmissões. No Rio de Janeiro, a 87.1 FM veiculará a tradicional Rádio Nacional – que mantém também a programação em AM. Nas outras cidades, a grade será composta por produções das três emissoras: Rádio Nacional AM, Rádio Nacional FM e Rádio MEC. “Teremos uma mostra bem variada do potencial do que é feito nas emissoras de rádio da EBC”, afirmou o gerente executivo da Rádio Nacional, Luciano Seixas. Excepcionalmente em Brasília, que já possui a transmissão da Rádio Nacional na frequência 96.1 FM, o conteúdo que será veiculado na faixa estendida será o mesmo da Rádio MEC do Rio de Janeiro – também veículo da EBC. Luciano Seixas explica que o impacto da transição de AM para a banda estendida FM pode ser sentido dos dois lados: tanto para os ouvintes, que ganham mais qualidade sonora, quanto do lado operacional, que diminui custos. “O som de FM é reconhecidamente de melhor qualidade. É um som estéreo com qualidade digital. Operar uma rádio AM é uma despesa muito maior, inclusive do ponto de vista elétrico, de transmissores e de manutenção”, explicou. Para o presidente da empresa, Glen Valente, apesar de ser o mais antigo dos meios de comunicação, o rádio continua tendo papel eficaz na formação da cidadania e na educação dos brasileiros. “Temos uma visão de que rádio é um veículo importante dentro de todas as plataformas que temos na EBC. Fizemos investimentos colocando a Rádio Nacional na TV Brasil, melhoramos A Voz do Brasil, temos ondas curtas para a Amazônia. Faz parte dos objetivos estratégicos da EBC”, informou. “Quando apareceu a oportunidade de a EBC participar da expansão via banda estendida, nos prontificamos a fazer parte dessa inovação capitaneada pelo Ministério das Comunicações. Expandir nosso alcance é estratégico e importante”, complementou. A logística para transmissão e produção de conteúdo para a banda estendida – além da certificação de pioneirismo – contaram com a cooperação da Empresa Mineira de Comunicação (EMC) e a Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC), participantes da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que viabilizaram o lançamento em cidades que não contam com estrutura física da EBC. A ação faz parte da Semana Nacional das Comunicações, iniciativa do Ministério das Comunicações que visa mostrar para a sociedade brasileira os projetos que vão acelerar os processos tecnológicos de digitalização de todos os meios: rádio, com a banda estendida FM; televisão, com a digitalização do sinal em áreas remotas em todo o território nacional; e na internet, com o leilão do 5G e ampliação do 4G para áreas do chamado deserto digital. “São muitas ações, que têm como objetivo principal melhorar nossa capacidade e alcance de comunicação. Foi um desejo somando as necessidades da iniciativa privada com as necessidades de atividades públicas. Essa combinação é um modelo de amplo ganho”, explicou Glen Valente sobre a Semana das Comunicações. Histórico das frequências Iniciadas em 1923 no Brasil, as transmissões na frequência de AM enfrentam há anos um problema: em grandes centros urbanos, a recepção AM sofre interferências diversas que diminuem a qualidade das transmissões. Para resolver a questão, o governo tenta, desde 2013, aumentar a banda de frequência modulada FM – que atualmente está totalmente ocupada por canais de rádio – para comportar parte das transmissões AM, que deveriam ser usadas apenas em regiões de menor densidade populacional, como regiões rurais e fronteiriças. Com a transição do sinal analógico para o sinal digital de televisão, parte da frequência analógica ficou disponível. O que, segundo o secretário de radiodifusão do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, resolveu o problema. Segundo Martinhão, dez emissoras em sete capitais já estão prontas para migrar para a banda estendida FM e iniciarão os transmissores nas novas frequências já no começo deste mês. São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e Recife serão as primeiras a testar as novas variações de espectro da banda estendida. “As rádios que operam em AM em áreas urbanas poderão migrar para FM. Isso é importante porque há muitas interferências na AM, o que prejudica a experiência do usuário. Cai a audiência, cai o interesse na atividade econômica na AM. Com essa transição para a FM, mais rádios e empresas entram no mercado com qualidade e oferecem melhores serviços para o cidadão”, informou. Fonte: Agência Brasil
Criança de 5 anos é estuprada e suspeito é preso em Rio do Sul

Santa Catarina: Uma criança de 5 anos foi estuprada, segundo relato da pequena à mãe e à polícia. O caso aconteceu em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. O suspeito do crime foi preso em flagrante pela Polícia Militar na noite desta quinta-feira (6). A mãe acionou uma guarnição da polícia por volta das 18h40min desta quinta. De acordo com o depoimento da mãe aos policiais, a menina estava reclamando de dores nas partes íntimas após voltar da casa da babá. A responsável pela menina ainda explicou que deixava a criança com outra pessoa, contratada há cerca de dois meses, para que a mãe pudesse trabalhar. A criança contou aos policias sobre os abusos e confirmou o relato da mãe de que um homem havia abusado sexualmente da filha. De acordo com a polícia, quem praticava os atos seria o então companheiro da babá com quem a pequena ficava. O Samu foi acionado para levar a criança ao Hospital Regional para fazer avaliação médica. De acordo com o laudo, haviam indícios de estupro. O supeito do crime foi preso em flagrante por estupro de vulnerável e conduzido até a Delegacia de Polícia Civil da cidade.
Jovem é estuprada na frente dos pais durante assalto

PARAÍBA: Uma mulher de 22 anos foi estuprada na noite de quinta-feira (6), na Zona Rural do município de Lagoa Seca. De acordo com as informações da Polícia Militar, um homem armado teria interceptado o carro em que a jovem estava junto com a família, cometido o estupro e depois roubado o veículo. Segundo a polícia, o crime aconteceu por volta das 20h, em um sítio, quando a vítima e a família dela estavam em um carro, a caminho de uma igreja que fica localizada em outro sítio da região. Durante o percurso, um homem armado interceptou o veículo, rendeu as vítimas e estuprou a estudante. https://globoplay.globo.com/v/9496938/ Após abusar sexualmente da mulher, o homem fugiu no carro da família e abandonou o veículo próximo ao local dos crimes. O homem teria ainda roubado uma moto, a abandonado e roubado um outro carro. Até as 8h57 desta sexta-feira (7), o homem suspeito de violentar a jovem de 22 anos não havia sido preso. De acordo com a Lei Maria da Penha, a violência sexual corresponde a qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos. Pelo menos 90 mulheres foram estupradas em 2020. Em 2019, foram registrados 125 casos. Fonte: G1-PB
Comércio varejista recua 0,6% de fevereiro para março

O volume de vendas do comércio varejista caiu 0,6% na passagem de fevereiro para março. A queda veio depois de uma alta de 0,5% na passagem de janeiro para fevereiro. O dado, da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), foi divulgado hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O comércio varejista também apresentou variação negativa de 0,1% na média móvel trimestral e queda de 0,6% no acumulado do ano. Na comparação com março de 2020, no entanto, o setor cresceu 2,4%. No acumulado de 12 meses, a alta foi de 0,7%. Sete das oito atividades comerciais pesquisadas pelo IBGE tiveram perdas na passagem de fevereiro para março, com destaque para tecidos, vestuário e calçados (-41,5%), móveis e eletrodomésticos (-22%), e livros, jornais, revistas e papelaria (-19,1%). Os demais setores com queda foram: outros artigos de uso pessoal e doméstico (-5,9%), combustíveis e lubrificantes (-5,3%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,5%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,1%). A única atividade com alta no período foi hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,3%). No varejo ampliado, que também inclui a venda de veículos e de materiais de construção, houve recuo de 5,3% no volume de vendas, devido a quedas de 20% nos veículos, motos, partes e peças e de 5,6% nos materiais de construção. O varejo ampliado acumulou queda de 1,1% em 12 meses, mas apresentou altas de 10,1% na comparação com março de 2020 e de 1,4% no acumulado do ano. Receita A receita nominal do varejo teve alta de 0,1% na comparação com fevereiro, de 13,1% na comparação com março de 2020, de 9,5% no acumulado do ano e de 6,9% no acumulado de 12 meses. Já a receita do varejo ampliado apresentou queda de 4,2% na comparação com fevereiro e altas de 22,2% em relação a março de 2020, de 12,3% no acumulado do ano e de 5,5% no acumulado de 12 meses. Fonte: Agência Brasil