Irmãos suspeitos de tráfico internacional são localizados

Três irmãos investigados por tráfico internacional de drogas foram localizados, na terça-feira (19), nas cidades de Irecê e Vitória da Conquista, durante ação conjunta entre a Polícia Civil da Bahia e do Rio Grande do Norte. Denominada de Sinaloa, a operação foi deflagrada para cumprir mandados de prisão preventiva contra os alvos. Um dos homens, de 35 anos, teve a ordem judicial cumprida em uma academia, na cidade de Vitória da Conquista. O suspeito estava com a prisão decretada pela Justiça Federal do Paraná. A ação é resultado de uma apuração realizada pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) em conjunto com o Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco). De acordo com o diretor do Draco, delegado José Alves Bezerra Júnior, o trio suspeito de narcotráfico era apontado como um dos maiores fornecedores de drogas da Região Nordeste. “Apuramos que os irmãos chegaram a comercializar mais de R$ 30 milhões em maconha”, destacou Bezerra. Após a prisão do primeiro alvo, os policiais se deslocaram para a cidade de Barra, distante 600 quilômetros de Vitória da Conquista, para cumprirem os outros dois mandados por tráfico internacional de drogas, associação ao tráfico e organização criminosa. As equipes foram recebidas a tiros pelos suspeitos. Houve confronto e os dois irmãos ficaram feridos. Eles foram socorridos, mas não resistiram. Duas pistolas, munições e um carro foram apreendidos com a dupla. Outras quatro pessoas da mesma família já haviam sido presas no Rio Grande do Norte, durante operações anteriores realizadas pela Deicor em setembro de 2020 e junho deste ano. A quadrilha fazia parte da lista dos procurados pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). “A Operação Sinaloa integra uma série de ações de Polícia Judiciária, realizadas por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de combater a atuação de organizações criminosas no Nordeste”, ressaltou o diretor do Draco. (*Polícia Civil)
Fazendeiro de Teixeira de Freitas se junta a estelionatários para aplicar golpes milionários em advogado

O caso aconteceu nos municípios de Teixeira de Freitas e Eunápolis, e teve início em meados no ano de 2020. Gideval Santos Muniz mais conhecido como “Zé Muniz”, se juntou aos estelionatários Mateus Silva Costa e Rodrigo Otávio Vichenzo Neto, e juntos causaram prejuízos milionários ao Dr. Adam Cohen Torres Poleto. Tudo teve início no mês de junho de 2020, quando Rodrigo Otávio Vichenzo Neto apresentou Mateus Silva Costa ao advogado. No ensejo, Mateus se propôs a comprar uma lancha Focker 28, uma caminhonete Hilux, uma máquina perfiladeira e uma sala comercial localizada na Praia da Costa em Vila Velha/ES. A negociação teve início no município de Teixeira de Freitas, e por esses bens Mateus ficou de pagar R$ 800.000,00 ao advogado. Apenas R$ 196,000,00 foram pagos para vítima, onde toda operação teria sido avalizada por Rodrigo Otávio, pois com este o advogado tinha relação de confiança por já ter trabalhado em um dos seus escritórios. Após a negociação, todos os bens foram adquiridos pelo empresário Ricardo Mota por valores muito a baixo do preço, sendo o caso pautado em investigação policial na Delegacia de Polícia Civil de Teixeira de Freitas/BA. Além do advogado, outra pessoa também foi vítima direta de Mateus, tendo ficado constatado que outros dois veículos (Mitsubishi Pajeiro e Mitsubishi ASX) foram adquiridos de Antônio Azevedo Lima Neto e também adquiridos por valores muito inferiores por Ricardo Mota. Segundo a vítima, “a todo momento Ricardo Mota sabia que as vítimas não receberam pelas compras que realizou, tendo Ricardo agido em conluio ou em crime de receptação.” Ao mesmo tempo, Mateus e Rodrigo se juntaram aplicaram outro golpe de R$3.000.000,00 ao advogado, só que dessa vez em conjunto com o fazendeiro Gideval Santos Muniz (vulgo “Zé Muniz”). A vítima havia recebido como pagamento de honorários o imóvel “Fazenda Jaguar” de 472 hectares registrado e localizado no município Belmonte/BA. O imóvel está no nome da empresa Fazenda Jaguar Eireli, e Rodrigo Otávio se aproveitou que a empresa estava em seu nome e outorgou criminosamente uma procuração pública para o cunhado de Gideval colocar o imóvel em nome do seu filho Daniel José Nascimento Muniz. Segundo relatos obtidos no inquérito policial que tramita na Delegacia de Belmonte, Gideval Muniz sabia que a “Fazenda Jaguar” não pertencia mais a empresa Fazenda Jaguar Eireli quando adquiriu o imóvel. Sem o conhecimento do Dr. Adam, Gideval teria negociado a compra criminosa pela bagatela de R$1.500.000,00. Segundo relatos de testemunhas e do próprio Rodrigo, Gideval Muniz pagou apenas R$ 480.000,00 e outros dois automóveis com pendencia de financiamento popularmente conhecido como carros “pokemon”. Ambos os casos estão andando de forma independente, mas após o depoimento de Rodrigo Otávio no inquérito policial relativo aos crimes de Mateus Silva Costa em Teixeira de Freitas, em que ficou apontado que Mateus utilizou o nome de “Vitor” na venda criminosa da “Fazenda Jaguar”, tendo ambos agido em conjunto com Gideval Muniz em Belmonte, a vítima garante que irá entrar com pedido de reunião dos casos. Após o conhecimento do segundo golpe, a vítima solicitou a transferência da empresa Fazenda Jaguar Eireli para seu nome, e está lutando na justiça para reaver seus bens de volta. Perguntado pela reportagem qual a expectativa da vítima sobre o caso, Dr. Adam disse que “estou absolutamente confiante na Polícia Civil e na Justiça Pública da Bahia para resolver o caso”. Atualmente o caso segue em investigação, pois o Ministério Público de Porto Seguro pediu o retorno do inquérito policial para atendimento de outras diligências, tendo a justiça determinado o bloqueio da matrícula do imóvel por também haver discussão na esfera cível.
Homem que confessou ter matado nove pessoas na BA é condenado a 26 anos de prisão por mortes de irmãos

Um homem que já confessou ter matado nove pessoas foi condenado a 26 anos de prisão pelo homicídio dos irmãos Elton Santos da Silva e Jéssica Maria Santos Barreto, assassinados em 2014, na casa onde moravam, no bairro da Mata Escura, em Salvador. Segundo informações do Ministério Público da Bahia (MP-BA) nesta quarta-feira (20), Bruno Dória de Jesus, de 30 anos, foi julgado na terça-feira (19), pelo Tribunal do Júri, na capital baiana. Foram consideradas as circunstâncias do crime como motivo fútil e uso de meios que impossibilitaram a defesa das vítimas. A denúncia da promotora de Justiça Isabel Adelaide de Andrade Moura também pedia a condenação de Bruno Sarmento Lima, que morreu antes do julgamento. Morte dos irmãos Segundo a denúncia, na manhã de 14 de março de 2014, Bruno Dória e Bruno Sarmento foram à casa das vítimas à procura de outras pessoas, que teriam envolvimento com o tráfico de drogas e pertenceriam a um grupo criminoso rival ao que eles participavam. De acordo com o MP, a dupla não encontrou os alvos do crime e decidiu atirar nos irmãos. Jéssica Maria era namorada de um dos homens que a dupla procurava no dia do crime. A denúncia afirmou ainda que as vítimas foram surpreendidas na casa, sem oportunidade de se defender. Prisão do condenado Bruno Dória de Jesus, conhecido como Bruno Ranço, que também era suspeito de tráfico de drogas, foi preso em 15 de janeiro de 2016, na localidade da Paz e Vida, no bairro da Mata Escura, em Salvador. Segundo informações da Polícia Civil, antes Bruno estava em liberdade provisória, concedida pela Justiça no dia 17 de dezembro de 2015. Na oportunidade, o condenado tinha mandado de prisão em aberto pelo duplo homicídio dos irmãos Maurício e João Ricardo Pereira Moreira, ex-comparsas dele, ocorrido em 26 de dezembro de 2015, na Rua São Matheus, também na Mata Escura. O crime foi motivado por vingança. Em depoimento à polícia, Bruno Dória disse ao delegado Marcelo Sansão, coordenador da 2ª Delegacia de Homicídios (DH/Central), em dezembro de 2016, que Maurício e João Ricardo teriam assassinado o irmão dele, Tiago Dória de Jesus, que tinha 24 anos. Adnilson dos Santos Ribeiro, autor dos disparos que mataram Tiago, também foi morto por Bruno Dória, em 23 de dezembro de 2015, também na Mata Escura. Marcelo dos Anjos Santos, assassinado em janeiro de 2014, e os irmãos Jéssica Maria Santos e Elton Santos da Silva, em março, também foram vítimas de “Bruno Ranço”, que confessou ter matado, em 2012, na Mata Escura, dois homens identificados por André e Adson. Bruno Dória afirmou também ter assassinado um homem em Praia do Forte, Litoral Norte, mas não se lembrava do nome da vítima e nem da data do crime. Fonte: G1 BA
CPI da Pandemia: relatório de Renan Calheiros pede 68 indiciamentos

O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, apresentado nesta quarta-feira (20) pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), tem mais 1,1 mil páginas, divididas em 16 capítulos e 29 tipos penais apontados. O texto, que será votado pelo colegiado na próxima terça-feira (26), pede o indiciamento de 66 pessoas e de duas empresas. Uma delas é a Precisa Medicamentos, que intermediou a negociação de um contrato que acabou cancelado pelo Ministério da Saúde para a aquisição de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin. A outra é a VTClog, contratada pelo Ministério da Saúde para cuidar da logística da distribuição de vacinas e insumos contra a covid-19, que também é suspeita de irregularidades. Entre os nomes da lista estão o do presidente da República, Jair Bolsonaro, e de quatro ministros: Marcelo Queiroga (Saúde), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e Walter Braga Netto (Defesa). Constam ainda, entre as sugestões de indiciamento, os ex-ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Eduardo Pazuello (Saúde). Entre os parlamentares, a lista traz os deputados federais Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, Osmar Terra (MDB-RS), Carla Zambelli (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF) e Carlos Jordy (PSL-RJ), além de três filhos do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o senador Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ) e o vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos). Também figuram no rol de pedidos de indiciamentos Luciano Hang, Otávio Fakhoury, Carlos Wizard, além da médica Nise Yamaguchi e do virologista Paolo Zanotto, todos nomes apontados como sendo de integrantes de um gabinete paralelo de aconselhamento do presidente na pandemia. Recuo No parecer, o presidente Jair Bolsonaro é responsabilizado pela prática de nove crimes: epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária preventiva; charlatanismo, incitação ao crime; falsificação de documento particular; emprego irregular de verbas públicas; prevaricação; crimes contra a humanidade; e crimes de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo). Ontem (19) à noite, em uma reunião na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), pontos divergentes do relatório foram discutidos pelo G7 – grupo de senadores independentes e oposicionistas. Com isso, o texto final do parecer sofreu alterações. O grupo decidiu retirar do parecer, por exemplo, imputações ao presidente pelos crimes de genocídio contra indígenas e homicídio, que enfrentavam resistências entre o grupo majoritário na comissão. Para o senador Humberto Costa (PT-PE), que participou do encontro, o relatório de Calheiros “é consistente e sólido”, e a cúpula da comissão se preocupou em conferir mais precisão jurídica ao documento para que juízes e promotores não possam desqualificá-lo futuramente. “Não tínhamos condições técnicas para fazer esse enquadramento”, afirmou. Ao chegar ao Senado na manhã de hoje, Renan Calheiros disse que, apesar do recuo na tipificação de crimes, não haverá prejuízo ao relatório, já que o presidente da República continuaria sendo enquadrado em crime contra a humanidade, em denúncia que será encaminhada pelo colegiado ao Tribunal Penal Internacional. Caso aprovadas pela CPI, as propostas de indiciamento contidas no relatório devem ser encaminhadas a instituições como o Ministério Público e a Câmara dos Deputados. “O procurador-geral da República [Augusto Aras] tem o dever de observar tudo o que foi investigado pela CPI”, cobrou o relator. As mudanças nos tipos penais, decididas na reunião na casa de Tasso Jereissati, fizeram com que o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier, e o secretário especial de Saúde Indígena, Robson da Silva, ficassem fora da lista final de pedidos de indiciamento. Um terceiro nome que foi retirado dessa lista é o do pastor Silas Malafaia, que havia sido incluído no relatório pela propagação de fake news. Hoje, antes do início da leitura do relatório, durante agenda na cidade de Russas, no Ceará, o presidente Bolsonaro disse “não ter culpa de nada” e criticou os trabalhos da CPI. Segundo o presidente, os senadores do colegiado “nada produziram a não ser ódio e rancor”. “Como seria bom se aquela CPI estivesse fazendo algo de produtivo para o nosso Brasil. Tomaram tempo do nosso ministro da Saúde, de servidores, de pessoas humildes e de empresários. Nada produziram a não ser o ódio e o rancor entre alguns de nós”, disse Bolsonaro. “Mas nós sabemos que não temos culpa de absolutamente nada”, afirmou o durante discurso. Críticas Ao chegar ao Senado, na manhã de hoje, o senador Flávio Bolsonaro, membro suplente da comissão, também criticou o relatório de Renan Calheiros. Para ele, o parecer é uma “piada”. “Ele receberia da seguinte forma, você sabe aquela gargalhada dele?”, disse Flávio Bolsonaro a jornalistas ao se referir ao seu pai, imitando a risada dele. “Porque não tem o que fazer de diferente disso. É uma piada de muito mau gosto o que o senador Renan Calheiros faz”, avaliou. Ainda segundo Flávio Bolsonaro, que teve o indiciamento pedido pelo parecer final acusado de disseminação de fake news, o texto é “inconstitucional”. O relatório também foi alvo de críticas por parte de outros senadores governistas. Para Marcos Rogério (DEM-RO), a CPI focou apenas o governo federal, com o objetivo de desgastar o presidente Bolsonaro. Já Eduardo Girão (Podemos-CE), que se declara independente e é autor do requerimento para a investigação nos estados, diz que a comissão fechou os olhos à atuação de governos estaduais e prefeituras. Eles prometem relatórios alternativos ao de Renan. Proposições O parecer final da CPI tem uma parte dedicada à sugestão de 16 propostas legislativas, além de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Uma delas trata da criação de uma pensão especial para os órfãos da covid-19 até 21 anos de idade. Há ainda projetos que pretendem criminalizar o combate da produção e divulgação de notícias falsas, especialmente as que envolvam temas ligados à saúde pública. Sob o argumento de “coibir a prática de crimes executados em função da situação de calamidade pública na saúde” e reverter o uso do produto do crime em favor do combate à pandemia, o relator também incluiu duas propostas para alterar o Código Penal e a lei que dispõe sobre
Copa do Brasil: Athletico-PR encara Flamengo em 1º duelo da semifinal

Athlético-PR e Flamengo começam a decidir, na noite desta quarta-feira (20), em Curitiba, quem vai à final da Copa do Brasil. De acordo com reportagem de Rodrigo Ricardo para a Rádio Nacional do Rio de Janeiro, exibida na Agência Brasil o Furacão não vai contar com os volantes Christian e Richard – suspensos por cartão – nem com o lateral-esquerdo Pedrinho e o atacante Guilherme Bissoli, por já terem defendido clubes na competição. A partida às 21h30 (horário de Brasília), na Arena da Baixada. O radilista lembra que a Metade da capacidade da Arena da Baixada está liberada ao público, o equivalente a mais de 20 mil pessoas. O técnico Alberto Valentim fala do fator torcida neste duelo, que ficou na bronca após a derrota para o Fluminense por 1 a 0 no Campeonato Brasileiro. “A expectativa da torcida é vir na Arena, ver uma vitória e ficar muito insatisfeita quando o resultado não vem, porque é uma equipe grande, finalista da Copa Sul-Americana, semifinalista da Copa do Brasil”, analisou Valentim durante coletiva. No Flamengo, o atacante Pedro treinou normalmente e está relacionado para o confronto contra o Furacão. No entanto, David Luiz, Bruno Henrique e Arrascaeta seguem no departamento médico. Depois do empate sem gols contra o Cuiabá no Maracanã, no último domingo (17), o técnico Renato Gaúcho já tem a fórmula para enfrentar uma nova retranca. “É mais fácil destruir do que construir no futebol. No momento que você pega um adversário bem fechado, tem que jogar rápido, virar o jogo, trocar passes, buscar jogadas pela linha de fundo, de preferência, com jogadores que cabeceiem bem dentro da área”, explicou o treinador rubro-negro carioca.
Depoimentos de testemunhas e do acusado mostram um histórico de drogas e violência no caso do feminicídio da jovem Kézia

Depoimentos do suspeito do feminicídio da jovem Kezia Stefany da Silva Ribeiro, de 21 anos e também de testemunhas bem como de policiais, mostram um cenário de violência constante entre o casal, um suposto vício em drogas da vítima e a proibição da entrada dela no prédio em que o suspeito morava, no bairro do Rio Vermelho. Ela foi morta com um tiro na boca, na madrugada de domingo (17), pelo advogado José Luiz de Britto Meira Júnior, que alega que o disparo foi acidental. De acordo com a oitiva do porteiro que estava de plantão quando o casal chegou por volta das 1h30 no condomínio, cinco minutos depois ele ouviu a confusão entre o casal e a jovem pedindo socorro. 30 minutos depois, Kézia acessou o elevador e foi até a portaria, ensanguentada e disse que o advogado queria matá-la. O porteiro narrou que acalmou a vítima e pediu que ela ficasse ali. Ela ficou por cerca de 15 minutos. Após esse intervalo, ela voltou ao apartamento e em seguida ele ouviu o disparo de um tiro. Ainda segundo o trabalhador, “Minutos depois, José Luiz foi até a portaria e bateu no vidro pedindo ajuda. Depois ele foi até o apartamento e trouxe Kezia baleada”. Ele também informou que o suspeito arrastou o corpo da vítima e deixou o corpo dela ali na portaria, enquanto foi buscar o carro. A testemunha alega que ligou para a polícia, por meio do 190 e registrou o caso, além de ter feito uma ocorrência também no livro do próprio condomínio. À polícia, ela também disse que já havia presenciado brigas entre o casal e que José Luiz chegou a proibir a entrada da vítima no condomínio algumas vezes, mas que o suspeito sempre levava a vítima para o imóvel depois. DEPOIMENTO DO ACUSADO: Afirmou à polícia que o disparo foi acidental e que não teve intenção de cometer o crime. Confirmou que se relacionava com Kezia há cerca de dois anos e meio; Disse que a jovem morava em Feira de Santana, mas que costumava passar os finais de semana na casa dele, e que ficava pelo período que quisesse, sempre que queria. Na quinta-feira (14), na mesma semana em que Kezia foi assassinada, foi aniversário do suspeito e ela estava com ele; O suspeito disse que Kezia era usuária de drogas, entre elas maconha e cocaína, e que inclusive era advogado dela em um processo por posse de drogas. O suspeito narrou ainda à polícia que na manhã do dia 16, Kezia teria pedido para que ele comprasse uma porção de cocaína para ela, e que ele negou; Com a negativa, José Luiz afirmou então que a jovem pediu que ele desse o dinheiro para que ela mesma comprasse a droga, o que também foi negado; No dia 17, o casal saiu de casa por volta das 16h30 para ir a um show. Nesse evento, José Luiz narrou que Kezia usou drogas; Ainda não há um laudo policial que comprove essa versão do suspeito; Ainda em depoimento, ele disse que sempre deixou claro para ela que era contra o vídeo da jovem em drogas, e que ela fazia consumo de maconha diariamente; Depois do show, ele contou que o casal teria ido a um bar em Brotas e que passou a discutir com a namorada já na chegada em casa. A discussão foi motivada pelo suposto uso de cocaína, por parte da jovem, e que houve ofensas entre ambos; O suspeito afirmou que Kezia quebrou o aparelho dele, batendo em uma bancada, e que em seguida o agrediu com uma tesoura. Disse que foi ferido no braço direito, na altura do ombro, e que tentou tomar a tesoura das mãos dela; Ele narrou também que Kezia quebrou o notebook dele que estava no sofá, e que em seguida pegou uma faca para agredi-lo. Disse ainda que tentou tomar a faca da mão dela e que acabou se machucando. Com isso, ele teria dito à vítima que queria terminar o relacionamento; Após isso, ele afirmou que Kezia deixou o apartamento e que saiu sangrando. Ele então foi tomar banho; Quando terminou de tomar banho, percebeu que Kezia havia voltado e que entrou no apartamento usando uma senha, já que a porta do imóvel era eletrônica. Disse que a jovem tinha essa senha. Afirmou que durante a volta, Kezia gritava muito e estava bastante alterada. Neste momento, o casal teria discutido novamente e que houve xingamentos recíprocos. Com isso, ele narrou que deixou a jovem no quarto e foi para a sala; Instantes depois, o suspeito narrou que Kezia chegou na sala com a arma dele, uma pistola 9mm, já em punho. Disse que a arma é registrada e que estava em um cofre eletrônico, mas que a bateria do equipamento havia acabado e que por isso ela teria conseguido ter acesso ao armamento; Disse que a jovem apontou a arma para ele e que ela “ciclou” o equipamento duas vezes, ou seja, teria preparado a munição para disparar. O suspeito disse que, neste momento pediu para que ela parasse e que tentou desarmá-la. Nesse momento, houve o disparo O suspeito informou à polícia que Kezia caiu ao lado da porta e que ele ficou completamente desnorteado. Disse que não sabe informar em que local a jovem foi atingida, mas que ela sangrava muito pela boca e que ele teria ficado desesperado; José Luiz narrou que, em seguida, foi até a portaria do prédio pedir socorro, que bateu com muita força no vidro da portaria do prédio, mas que o porteiro não saiu para ajudá-lo; Disse ainda que tentou carregá-la para prestar socorro e que a arrastou pelo corredor até chegar à garagem, por não aguentar o peso dela. Ele colocou a vítima no carro e a levou ao HGE, e afirmou que ela chegou viva ao hospital, o que contradiz as informações da Polícia Militar, de que a jovem já chegou no local morta; Depois de deixar Kezia no local, ele foi para casa da irmã, para
Dia do Poeta 20 de outubro

É a pessoa que mediante a escrita ou mediante palavras expressa emoções, sentimentos ou sensações. Ou ainda, um poeta é uma pessoa que cria poesia. Um poeta pode simplesmente ser um escritor de poesia, ou pode executar sua arte para um público. O trabalho de um poeta é essencialmente de comunicação, seja expressando ideias em um sentido literal, como escrever sobre um evento ou lugar específico, ou metaforicamente. Os poetas existem desde a antiguidade, em quase todos os idiomas, e produziram obras que variam muito em diferentes culturas e períodos. Ao longo de cada civilização e linguagem, os poetas usaram vários estilos que mudaram ao longo da história literária, resultando em uma história de poetas tão diversos quanto a literatura que eles produziram. Na Roma Antiga, os poetas profissionais eram geralmente patrocinados por apoiadores ricos, incluindo nobres e oficiais militares. Por exemplo, Gaius Cilnius Mecenas, amigo de César Augusto, era um importante patrono dos poetas Augustanos, incluindo tanto Horácio quanto Virgílio. O Dia Nacional do Poeta é comemorado a nível extraoficial, ou seja, não há uma lei que oficialize o 20 de outubro como Dia do Poeta no país. Mas, a data foi escolhida por uma razão bastante especial para os poetas brasileiros. No dia 20 de outubro de 1976, em São Paulo, surgia o Movimento Poético Nacional, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor brasileiro Paulo Menotti Del Picchia. Antigamente, a poesia era cantada e acompanhada pela lira, um instrumento musical típico da Grécia. Por isso, a poesia é classificada como pertencente ao gênero lírico da literatura. Esta data celebra o profissional, que pode (e deve) ser reconhecido como um artista escritor, que usa de sua criatividade, imaginação e sensibilidade para escrever, em versos, as poesias que faz.
Dia da Estatística 20 de outubro

Estatística é a ciência que utiliza as teorias probabilísticas para explicar a frequência da ocorrência de eventos, tanto em estudos observacionais quanto em experimentos para modelar a aleatoriedade e a incerteza de forma a estimar ou possibilitar a previsão de fenômenos futuros, conforme o caso. A estatística é uma ciência que se dedica à coleta, análise e interpretação de dados. Preocupa-se com os métodos de coleta, organização, resumo, apresentação e interpretação dos dados, assim como tirar conclusões sobre as características das fontes donde estes foram retirados, para melhor compreender as situações. Algumas práticas estatísticas incluem, por exemplo, o planejamento, a sumarização e a interpretação de observações. Dado que o objetivo da estatística é a produção da melhor informação possível a partir dos dados disponíveis, alguns autores sugerem que a estatística é um ramo da teoria da decisão.
Mulher é flagranteada em Teixeira por receptação de veículo roubado em Pinheiro-ES

Mayure Teles de Melo, 27 anos foi flagranteada por crime de receptação (Art. 180) na tarde desta terça-feira, 19, no centro de Teixeira de Freitas. Ela estava de posse do de um Fiat Toro Freedom, de cor cinza, placa RBA-8F58 (Mercosul), que foi roubado no último dia 16 de outubro na cidade de Pinheiros-ES O veículo estava estacionado na garagem de uma residência, situada no Centro de Teixeira de Freitas, onde duas mulheres se encontravam, e as duas foram conduzidas para a Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas. No entanto, após oitiva, o delegado plantonista, Charlton Bortolini, flagranteou apenas a senhora Mayure. A outra conduzida foi liberada. O veículo será devolvido ao seu proprietário, após perícia e protocolos de entrega.
Caravana Faça uma Criança Sorrir é a PM indo as periferias levando amor aos pequenos

Franedir Gois/OPovonews São 11 anos de trabalho em que a Polícia Militar, em Teixeira de Freitas tem efetuado com as crianças. Nesse ano de 2021 o trabalho está sendo realizado de outro modo, ou seja, a PM está indo além de suas fronteiras. Dez instituições foram escolhidas para receber os presentes e a Caravana que muito faz bem ao coração da criança. Na manhã de terça-feira, 19 de outubro a Caravana chegou na Creche do Castelinho, junto com toda criançada, professores, diretores, alunos e policiais do Colégio da Polícia Militar, Anísio Teixeira, representantes da CIPE, Major Leão representando o BEIC, Major Calmon, diretor do CPM, os pais e a comunidade. A festa foi espetacular, muita alegria e emoção foi visível, através de um gesto de solidariedade que faz a criança ser amiga da polícia, por meio da integração e dos tantos presentes recebidos. Veja o vídeo dos diretores: Veja o vídeo das crianças recebendo os presentes: