A Rádio é o veículo de comunicação de maior credibilidade e também é que tem maior audiência. Ele está junto a 80% dos consumidores na hora que antecede a compra. A pesquisa do IBOPE também confirma que as pessoas passam 17% a mais de tempo ouvindo rádio do que assistem televisão.
VERSATILIDADE
O rádio é mais versátil e atinge o consumidor em qualquer lugar e as pessoas não precisam estar olhando para algum aparelho para serem atingidas pela propaganda. Seja no café da manhã, almoço, no carro ou no trabalho o rádio ligado não atrapalha e ainda entretêm e informa. Mesmo nas férias e happy aour o rádio se mantêm ativo pois é um veículo especializado em acompanhar o consumidor onde quer que ele esteja. Ainda de acordo com a pesquisa, o rádio está em 99% das casas e 83% dos carros.

COMO O RÁDIO ATINGE O CONSUMIDOR
Para convencer o consumidor o comercial tem que ser ouvido várias vezes ao dia e a rádio é o veículo que o consumidor mais ouve. Se o comercial estiver em forma de Jingle, essa assimilação é ainda mais rápida. Quando você menos esperar estará cantarolando a musiquinha mentalmente.
O rádio tem o triplo da audiência da televisão pela manhã e mais que o dobro à tarde. A rádio é imbatível, principalmente no horário em que as pessoas estão trabalhando. Ele atinge as pessoas nos principais ramos de atividade com mais eficiência.
Segundo a pesquisa, o rádio atinge a quase totalidade das pessoas que ouvem rádio em cerca de 15 dias. Bo primeiro dia cerca de 66% da população já é atingida. No segundo dia 78% das pessoas já ouviram o comercial. Depois de 7 dias 95% da população e em 15 dias 97%.
DETALHES A RESPEITO DA CREDIBILIDADE
Todos os anos são realizadas pesquisas para saber quais são as instituições de maior credibilidade e entre os veículos de comunicação ele sempre vence. Entre as instituições ele está em segundo lugar, perde apenas para a igreja. Ele está 7 posições acima dos jornais e 17 posições acima da TV. Por isso a propaganda em rádio é aceita com mais facilidade.
PRINCIPAIS PRESIDENCIÁVEIS ESCOLHEM O RÁDIO
Uma matéria da CNN divulgada pela CNN mostra que para as eleições deste ano, o rádio é o veículo mais acessado pelos principais candidatos à presidência.
Apesar de não ter o apelo das novas mídias, como o “streaming” e as redes sociais, o rádio tem crescido em número e grau e isso vem chamando a atenção dos estrategistas de campanha.

CRESCIMENTO EM NÚMERO E EM AUDIÊNCIA
Antes da pandemia, em 2019, segundo o Ministério das Comunicações, o total de rádios no Brasil era de 9.000 emissoras. Hoje, são 10.176 – um crescimento de 13%.
A audiência também vem aumentando. Entre o último trimestre de 2020 e o mesmo período de 2021, o rádio teve um crescimento de três pontos percentuais no total de ouvintes, segundo os dados de medição de audiência da Kantar Ibope Media. Cada ouvinte passa cerca de 4h14min por dia sintonizado em suas emissoras preferidas.
“Mesmo com 100 anos de história e em um cenário de evolução das mídias digitais, o rádio segue relevante para o mercado brasileiro” afirmou Giovana Alcântara, diretora regional de desenvolvimento de negócios da Kantar Ibope Media.
Tradicionalmente, o rádio é visto como uma companhia para os ouvintes. E, no interior, sua força é a regionalidade: a emissora local é a que divulga os fatos da comunidade.
CONCLUSÃO
Na década de 30 o rádio se consolida como o principal meio de comunicação do brasileiro. Na década de 50 a televisão chega e na dácada de 60 o rádio sofre um baque com sua programação sendo assimilada pela TV, principalmente as radionovelas que passam a ser telenovelas. A rádio teve que se reinventar. A adaptação do rádio às mídias sociais está sem traumas, pelo contrário, fortaleceu ainda mais o veículo. O rádio teve sua vitalidade restaurada.


