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Mãe de jovem envenenado por madrasta fala sobre laudo que aponta chumbinho: ‘Monstra’

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Jane Cabral, mãe dos jovens Fernanda e Bruno, manifestou-se em suas redes sociais nesta terça-feira (14) sobre o laudo complementar que mostra que seu filho foi mesmo envenenado por chumbinho pela madrasta, Cíntia Mariano.

“A confirmação que eu, meu filho e todos nós já sabíamos. Meu filho que sofreu na pele todo o processo e teve a chance de renascer. Chance que a minha filha amada não teve. Minha princess tão pura, tão cheia de luz, tão inocente, tão alegre, só fazia o bem. Quanto repúdio a essa MONSTRA, um ser do mal”, escreveu.

A análise completa do IML é do dia 10, foi divulgada também nesta terça-feira (14) e serviu de base para o Ministério Público pedir a prorrogação da prisão temporária de Cíntia Mariano, que está no Complexo de Gericinó, em Bangu.

“E ainda tem gente tentando botá-la na rua novamente. Não foi a sua filha, né, queridos advogados. Fico me perguntando como pode uma pessoa estudar tanto, jurar pela sociedade e querer botar uma assassina solta. Assassina essa covarde, cruel, fria, nazista, manipuladora. O mal nunca vai vencer o bem. Deus é justo”, disse Jane.

O juiz Alexandre Abrahao Dias Teixeira, da 3ª Vara Criminal, atendeu ao pedido do Ministério Público e prorrogou a prisão temporária por mais 30 dias. No pedido, o MP cita como prova material um exame do IML que comprova que Bruno foi envenenado com chumbinho.

“O Ministério Público requer prorrogação da prisão temporária de Cintia Mariano Dias Cabral tendo como lastro a investigação da 33ª DP, a necessidade de se cumprir rapidamente as diligências remanescentes”, diz trecho do documento que foi deferido pelo juiz.

‘Teria evoluído para a morte’

O laudo do IML, mencionado pelo Ministério Público, cita explicitamente o veneno chumbinho como tendo sido encontrado no material gástrico de Bruno que foi analisado.

“O exame laboratorial, análise do lavado gástrico, realizado no laboratório do Instituto Médico Legal, revelou a presença de 04 grânulos esféricos diminutos, de coloração azul escura. Forma esta de apresentação de raticida amplamente e cladestinamente comercializado, conhecido como ‘chumbinho'”, diz trecho do laudo.

 

“O quadro clínico e a apresentação dos grânulos revela quadro clássico de intoxicação por raticidas, carbamatos, aldicarb. Caso a vítima não tivesse sido submetida a tratamento imediato, como ocorreu, provavelmente teria evoluído para o óbito”, diz em outro trecho.

Fonte: G1

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