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Avô de crianças abusada pelo DJ Anderson Polga conta tudo: “Estamos destruídos. Jamais submeteria minha família a esse constrangimento se não fosse por Justiça

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Teixeira de Freitas: Nossa equipe de reportagem procurou o avô de uma das crianças que foi abusada pelo “DJ Anderson Polga”, no distrito de Itaitinga, interior de Alcobaça, no último sábado (09). O avô, que foi um dos organizadores da festa, disse que somente agora ele teve condições de falar, de absorver e assimilar tudo que aconteceu. Segundo o avô, as duas crianças são de Belo Horizonte/MG, e estava em viagem de família com eles, sem os pais.

“Nossa família está destruída com tudo que aconteceu. E eu ainda tive que defender, tive protegê-lo, pois, os populares que chegaram após eu ter pegado ele, queria agredi-lo. Mas eu não deixei. Se ele se feriu foi na tentativa de fugir, pois eu tive que colocar força para ele não fugir. Eu apenas segurei ele até a chegada da Polícia Militar. Os populares ficaram revoltados com o ocorrido e viram o desespero da nossa família, o desespero da nossa netinha, e queria partir para cima dele. Não foi ninguém da nossa família”.

Minha netinha está inconsolável, toda hora ela assusta, aí a gente tem que orientar, conversar com ela. Eu jamais submeteria minha família a um constrangimento tão grande como esse. Não havia outra opção a não ser acionar a Justiça. Nunca passei por uma situação tão dolorosa, como essa. E ele alegar que foi um blackout alcoólico, sendo que ele tentou com minha sobrinha de 17 anos, tentou com a minha sobrinha de 21 anos que é casada, tentou com minha sobrinha de 23 anos que namora, tentou com a irmã do noivo”, explicou.

Ele tentou com várias meninas antes de ter tentado com as duas crianças. Foi uma coisa atrás da outra. Aí com as meninas, ele adentrou a mão sobre a roupa e pegou nas partes íntimas delas. É triste, uma situação dessa destrói as famílias. O fato aconteceu no momento em que a gente já tinha encerrado a festa de casamento, e estávamos arrumando o salão e as meninas estavam esperando a gente para ir para casa, foi quando aconteceu. Logo em seguida, ele foi embora. Depois que foi embora, as crianças entraram em estado de choque, e foi aí que descobrimos”.

“Como ele havia dando em cima de minhas sobrinhas, uma delas entrou em contato com ele, dizendo que gostou dele, que queria conhece-lo melhor, e foi assim que a gente encontrou o meio de localizá-lo, para que a gente pudesse dar um flagrante. Nossa família foi ao encontro dele, ele tentou fugir, eu tirei a chave da ignição, imobilizei ele dentro do carro, sem agressão, apenas com diálogo para ele não ser agredido, até que a PM chegou. Estamos destruídos, pois, não sabemos qual vai ser a reação dos pais das crianças, que confiou na gente”, finalizou.

Fonte: LN

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