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Ônibus com destino a Bahia se envolve em acidente e deixa 8 mortos e 44 feridos

Um ônibus da empresa Gontijo, que saiu de São Paulo-SP., com destino a Ubatã-Ba., despencou de uma altura de aproximadamente 80 metros no final da noite de sábado, 2 de outubro, na BR-116, município de Leopoldina-MG. Oito pessoas morreram e 44 ficaram feridas. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que chovia muito na hora do acidente, o que pode ter contribuído para o ônibus sair da pista, despencar na ribanceira e cair em um córrego. O veículo ficou submerso, apenas com as rodas fora da água. Equipes do Corpo de Bombeiros de Leopoldina e outros municípios da região, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar, prestaram socorro às vítimas. As pessoas feridas foram socorridas para hospitais da região. Não há informações atualizadas sobre o estado de saúde delas.

Quatro pessoas ficam feridas após acidente com caminhonete na BA-290

Quatro pessoas ficaram feridas após um acidente automobilístico ocorrido na manhã deste sábado, 2 de outubro, por volta das 10h30, na rodovia BA-290, trecho entre Teixeira de Freitas e Medeiros Neto. Informações dão conta que o motorista de uma caminhonete Chevrolet S-10, que fazia o trajeto Medeiros Neto/Teixeira de Freitas, tentou fazer uma ultrapassagem, mas como teria avistado outro veículo no sentido contrário, acabou perdendo o controle da direção. Na caminhonete, além do condutor, viajavam outras três pessoas. Após a saída de pista o veículo capotou e parou em um canavial. Os quatro ocupantes ficaram feridos, mas apenas uma senhora apresentava estado mais delicado. Eles foram socorridos ao Hospital Municipal de Teixeira de Freitas (HMTF).

Acidente deixa dois feridos na BA 290 em Teixeira

O acidente aconteceu na manhã deste domingo, 03 de outubro, no KM 72, na BA/290, em frente ao Condomínio Terras da Bahia, por volta das 05h00 da Manhã. De acordo com as informações, o motociclista Rogério Souza Ribeiro, de 20 anos, trafegava na via sentido ao distrito Duque de Caxias, e acabou colidindo com um ciclista. O ciclista foi identificado como Edvaldo Lima de Jesus, de 60 anos. O motociclista e o ciclista foram socorridos pelos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para o Hospital Municipal de Teixeira de Freitas (HMTF). Rogério permanece internado na Unidade de Saúde, e sofreu uma forte pancada no rosto, e lesões na perna e braço. Já o Edvaldo sofreu uma forte pancada na cabeça. O estado de saúde das vítimas não foi informado. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) esteve no local e realizou os procedimentos legais, registrando a ocorrência na Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas.

04 de outubro São Francisco de Assis o santo da ecologia

Filho de Pedro e Dona Pica Bernardone, Francisco nasceu entre 1181 e 1182 , na cidade de Assis, Itália. Seu pai era um rico e próspero comerciante. Foi batizado em Santa Maria Maior com o nome de João (Giovanni). Mas quando Pietro Bernardone voltou de uma viagem à França, mudou de ideia e resolveu trocar o nome do filho para Francisco, prestando uma homenagem àquela terra. Segundo a maioria dos biógrafos de São Francisco, o caráter e as qualidades melhores lhe vieram da mãe. Como todo jovem ambicioso de sua época, Francisco desejava conquistar, além da fortuna, também a fama e o título de nobreza. Para tal, fazia-se necessário tornar-se herói em uma dessas frequentes batalhas. No ano de 1201, incentivado por seu pai, ele partiu para uma guerra que os senhores feudais haviam declarado contra a Comuna de Assis. Entre 1202 e 1205 encontramos um Francisco inquieto. Não é apenas a consequência de uma doença longa e misteriosa. É a inquietude de quem está incerto quanto ao sentido de sua vida. Ele decide ser cavaleiro e vai em nome da honra defender a Igreja e seus interesses, convocados pelo Papa Inocêncio III. Na cidade de Espoleto, sintomas de febre fizeram com que Francisco não pudesse partir. Ali pensou ter ouvido a voz do Senhor, com quem dialogou: “Francisco, o que é mais importante, servir ao Senhor ou servir ao servo? Servir ao Senhor, é claro. Respondeu o jovem. Então, por que te alistas nas fileiras do servo? Senhor, o que quereis que eu faça? Volta a Assis e ali te será dito, diz a Voz”. Em busca de respostas, decidiu viajar para Roma, isso no ano de 1205. Visitou a tumba do Apóstolo São Pedro e exclamou: “É uma vergonha que os homens sejam tão miseráveis com o Príncipe dos Apóstolos!” E jogou um grande punhado de moedas de ouro, contrastando com as escassas esmolas de outros fiéis menos generosos. A seguir, trocou seus ricos trajes com os de um mendigo e fez sua primeira experiência de viver na pobreza. Voltou a Assis, à casa paterna, entregando-se ainda mais à oração e ao silêncio. Em 1206, passeando a cavalo pelas campinas de Assis, viu um leproso, repugnante à vista e ao olfato, lhe causando nojo. Mas, então, movido por Deus, colocou seu dinheiro naquelas mãos sangrentas e deu-lhe um beijo. Falando depois a respeito desse momento, ele diz: “O que antes me era amargo, mudou-se então em doçura da alma e do corpo. A partir desse momento, pude afastar-me do mundo e entregar-me a Deus”. Pouco depois, entrou para rezar e meditar na pequena capela de São Damião, semidestruída pelo abandono. Estava ajoelhado em oração aos pés de um crucifixo quando uma voz, saída do crucifixo, lhe falou: “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja que está em ruínas”. Seu Pai se indignava cada vez mais e resolveu exigir que seu filho lhe devolvesse tudo quanto recebera dele, levou perante o bispo para que o julgasse. Francisco, ciente da sentença de Cristo: “Quem ama o seu pai ou a sua mãe mais que a Mim, não é digno de Mim” (Mt 19,29), sem vacilar um momento se despojou de tudo até ficar nu, jogou os trajes e o dinheiro aos pés de seu pai, e exclamou: “Até agora chamei de pai a Pedro Bernardone. Doravante não terei outro pai, senão o Pai Celeste”. O Bispo, então, o acolheu. Daquele momento em diante, cantando “Sou o arauto do Grande Rei, Jesus Cristo”, afastou-se de sua família e de seus amigos e entregou-se ao serviço dos leprosos, e à reconstrução das Capelas da cidade. Quando estava quase encerrando a reconstrução da capelinha de Santa Maria dos Anjos, perguntava-se o que faria, o que Deus quereria dele. Então, certo dia, Francisco escutou, durante a missa, a leitura do Evangelho: “sem túnicas, sem bastão, sem sandálias, sem provisões, sem dinheiro no bolso …” (Lc 9,3). Tais palavras encontraram eco em seu coração e foram para ele como intensa luz. E exclamou, cheio de alegria: “É isso precisamente o que eu quero! É isso que desejo de todo o coração!” E sem demora começou a viver, como o faria em toda a sua vida, a pura letra do Evangelho. Repetia sempre para si e, mais tarde, também para seus companheiros: “Nossa regra de vida é viver o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo”! A partir de então, Francisco saiu a pregar percorrendo as vizinhanças e levando o Evangelho. Não tinha intenção nenhuma de adquirir seguidores, somente viver sua vida austera e evangelizar. Porém, logo Bernardo de Quintaval se juntou a ele e pelo caminho juntou-se aos dois Pedro de Catânia. Por três vezes abriram o livro do Evangelho, e as três respostas que encontraram foram as seguintes: “Se queres ser perfeito, vende o que tens e dá-o aos pobres. Depois vem e segue-me” (Mt 19,21). “Não leveis nada pelo caminho, nem bastão, nem alforge, nem uma segunda túnica…” (Lc 9,3). “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me” (Mt 16,24). “Isto é o que devemos fazer, e é o que farão todos quantos quiserem vir conosco” – exclamou Francisco, que subitamente viu brilhar uma luz sobre o caminho que ele e seus companheiros deveriam seguir. Finalmente encontrou o que por tanto tempo havia procurado! Isto aconteceu a 24 de fevereiro de 1208, dando início à fundação da Fraternidade dos Irmãos Menores. Em 1209, Francisco e seus companheiros foram até o Papa Inocêncio III para pedir a aprovação de seu carisma. Ele ficou maravilhado com o propósito de vida daquele grupo e, especialmente, com a figura de Francisco, a clareza de sua opção e a firmeza que demonstrava. Reconheceu nele o homem que há pouco vira em sonho, segurando as colunas da Igreja de Latrão, que ameaçava ruir. O Papa reconheceu que era o próprio Deus quem inspirava Francisco a viver radicalmente o Evangelho, trazendo vida nova a toda a Igreja. Por isso deu a seu modo de viver o Evangelho a aprovação oficial.

04 de outubro Lei Eusébio de Queirós (1850)

A Lei Eusébio de Queirós (Lei nº 581), promulgada dia 4 de setembro de 1850, proibia o tráfico de escravos. A lei foi elaborada pelo ministro da Justiça, Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara (1812-1868), durante o Segundo Reinado. Foi a primeira das três leis que aboliriam gradualmente a escravidão no Brasil. Com medo das represálias que poderiam vir através da Lei Bill Alberdeen (1845), o ministro da Justiça apresentou um projeto de lei para a extinção do tráfico de escravos. Muitos fazendeiros brasileiros, especialmente do nordeste, tinham hipotecado suas terras a fim de saldar dívidas com os traficantes de escravos. Vários deste empréstimos foram contraídos junto a portugueses e corria-se o risco das terras passarem novamente para as mãos de portugueses. Eusébio de Queirós ainda argumentava que, com a entrada de mais e mais negros escravizados, poderia haver um desequilíbrio entre pessoas livres e escravas. Isso poderia acarretar episódios de revolta liderados pelos negros como a Independência do Haiti ou a Revolta dos Malês. A Lei Eusébio de Queirós provocou uma reação das elites brasileiras contra governo imperial. Duas semanas depois, em 18 de setembro de 1850, o Senado aprova a Lei de Terras. Esta garantia a propriedade a quem tivesse um título registrado em cartório, ou seja, para aqueles que pudessem comprá-la. Assim, os fazendeiros poderiam perder um bem móvel (as pessoas escravizadas), mas tinham garantido os seus bens imóveis (as terras). Igualmente, o preço do escravo subiu e aumentou-se o tráfico interno. A Lei Eusébio de Queiros só foi realmente cumprida quando entrou em vigor, em 1854, a Lei Nabuco de Araújo (nº 731). Promulgada em 5 de junho de 1854, essa lei era um complemento da anterior. Nesta lei estava estabelecido quem seria considerado responsável e quem julgaria o acusado pelo tráfico. Também eliminava a necessidade do flagrante para denunciar quem cometesse este crime. Abolição da escravatura no Brasil Desde a vinda da corte portuguesa, em 1808, à sua colônia na América, os ingleses pressionavam a coroa portuguesa pelo fim do tráfico negreiro. Em 1845, a Inglaterra, por meio da Lei Bill Aberdeen (1845) proibia o tráfico de escravos entre África e América. Também autorizava os ingleses a apreenderem navios negreiros intercontinentais. A Inglaterra estava interessada no fim da escravidão, pois havia abolido o trabalho escravo de suas colônias e sabia que o emprego de mão de obra escrava tornava os produtos mais baratos. Por conseguinte, para evitar a concorrência das colônias portuguesas, começa a tomar medidas que punham fim ao tráfico negreiro em todo o mundo. O rei Dom João VI (1767-1826) sabia que enfrentaria problemas nos dois lados do Atlântico caso abolisse o trabalho escravo. A elite brasileira, receosa de perder esta fonte de lucro, apoia a Independência quando assegura que este privilégio continuaria e assim após o 7 de Setembro de 1822 pouco ou nada foi feito. No Segundo Reinado, para não contrariar a aristocracia rural, a escravidão seria abolida de forma gradual e sem indenizações. Somente 1888, no entanto, esse trabalho tornou-se realmente proibido, após 300 anos de escravidão. Escravidão no Brasil A escravidão no Brasil representou uma das épocas mais terríveis da história do país. Até hoje, os descendentes de escravos, mulatos (negro e branco), cafuzos (negros e índios), sofrem com o reflexo de 300 anos de escravidão no país. Quando os portugueses implantaram uma colônia na América, escravizaram e mataram muitos índios. Por sua vez, o negros foram trazidos como escravos, pois a venda de seres humanos era praticamente a única atividade econômica dos territórios da África Portuguesa. Durante o período colonial, os negros representaram, em grande parte, a mão de obra utilizada pelos portugueses. Efetivamente eram eles que faziam girar a economia da colônia e da metrópole. Centenas de africanos eram transportados nos navios negreiros desde a África em condições subumanas e vendidos nos portos do país para os fazendeiros. Teriam que trabalhar num regime de violência e em jornadas extenuantes. No entanto, no reinado de Dom Pedro II (1825-1891), a situação havia mudado. O continente europeu vivia a transformação decorrente da Revolução Industrial que gerava o esvaziamento do campo e o desemprego na cidade fazendo as pessoas imigrarem. Igualmente, os processos de unificação da Itália e da Alemanha deixaram milhares de pessoas sem terras e a melhor solução era imigrar. O movimento abolicionista, surgido no país na segunda metade do século XIX, foi o propulsor dos ideais antiescravistas e cooperou para o fim do trabalho escravo. Os fazendeiros também, numa clara postura racista, preferiam a mão de obra que chegava da Europa do que pagar um salário ao ex-escravo. Assim, quando a Lei Áurea libertou definitivamente os escravos, em 13 de maio de 1888, o país não estava preparado para a inclusão de tais pessoas, que na maioria foram marginalizadas. Durante a República, também não houve nenhum projeto de inclusão social. Ao contrário: manifestações como a música, dança ou a religião eram controladas e perseguidas pela polícia.

Polícia descobre esquema de furto de gasolina; motorista substituía parte do combustível por água

Dois homens foram presos em flagrante por policiais da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Itabuna por furto qualificado na quinta-feira (30), após subtrair 12 galões de gasolina de 20 litros cada de um caminhão tanque da empresa Hora Distribuidora de Petróleo. “Descobrimos um esquema de venda de combustíveis que ocorria em um condomínio residencial na cidade. No curso correto o caminhão deveria abastecer e se dirigir para Feira de Santana, porém o motorista desviava o caminho para esse condomínio faziam a retirada de parte da gasolina e substituía por água”, relatou o titular da DRFR, delegado Luciano Lima de Medeiros. O porteiro do condomínio relatou que o esquema já ocorria há bastante tempo e que outros caminhões faziam a retirada do material no local. “Prendemos o motorista e um homem que estava em cima do caminhão. Eles informaram que vendiam o litro da gasolina por R$ 2,50. Estamos investigando outros envolvidos na quadrilha, já que em depoimento o porteiro disse que tinha uma determinação para que caminhões tanques pudessem entrar no condomínio, e que esse não teria sido o primeiro”, explicou o delegado. A dupla e o material apreendido foram encaminhados para a delegacia onde permanecem presos à disposição do Poder Judiciário. * com informações da Secretaria de Segurança Pública

Vídeo mostra momento da batida entre ônibus e caminhão; doze pessoas morreram

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que o caminhão bitrem, que transportava eucaliptos, bateu no ônibus, na BR-101, no sul da Bahia. O acidente deixou 12 mortos e 22 feridos. O acidente aconteceu na noite de quarta-feira (29), no Km-703. As imagens, que são de câmeras de dentro do ônibus, mostram o momento que o veículo é atingido pela carga de eucalipto clique aqui e veja o vídeo As câmeras estavam localizadas na frente e em cima do motorista do ônibus e nos passageiros. Também é possível ver a carga desprendendo do caminhão bitrem e se chocando com o veículo. As imagens mostram que o acidente aconteceu às 19h59. Na noite de quinta-feira (30), a maioria dos corpos das vítimas já tinha sido liberada do Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Eunápolis. Os sepultamentos de Ana Aline dos Santos, de 25 anos, e das filhas dela, Safira Nascimento, de 10 anos, e Samiry Nascimento, de 1 ano e cinco meses, que morreram abraçadas, foram na cidade de Santa Cruz da Vitória, no sul da Bahia. No final da manhã desta sexta-feira (1º), o motorista de caminhão envolvido na batida se apresentou à polícia e foi liberado após ser ouvido. clique aqui e veja mais detalhes através do vídeo Na quinta-feira, um dos advogados dele informou que o motorista fugiu sem prestar socorro às vítimas porque ficou com medo de ser linchado pelas testemunhas e sobreviventes. O advogado disse que o local estava sem sinal de celular. O caso é investigado pela delegacia de Eunápolis. As imagens das câmeras do ônibus serão periciadas e a polícia irá comparar o registro com a versão apresentada pelo suspeito. A polícia não havia detalhado o conteúdo do depoimento, mas na tarde desta sexta-feira, um dos advogados do motorista disse que ele alegou que conduzia o veículo em velocidade compatível da via, mas não informou qual seria a velocidade. “É bom ressaltar que toda a manutenção do veículo estava totalmente em dia”, disse o advogado Eduardo Foca. De acordo com o delegado que investiga do caso, Eridelson Bastos, o motorista relatou em depoimento que conhecia o local onde esteva e que estava reduzindo a velocidade da carreta. Momentos após o acidente, passageiros do ônibus registraram, em vídeo, o ocorrido. As imagens mostram muitas pessoas em pé, acompanhando o socorro prestado por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Também no vídeo é possível ver alguns feridos no chão, aguardando para serem atendidos. Houve uma confusão no local e pedaços de eucalipto ficaram espalhados por toda a pista. O que diz a empresa de ônibus A empresa do coletivo é a Rota Transportes. Em nota, a companhia lamentou a morte do motorista e informou que está dando assistência aos passageiros feridos e às famílias dos que morreram. A Rota Transportes também enviou um Boletim de Acidente de Trânsito da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que mostra que o motorista do caminhão bitrem, se envolveu em um acidente semelhante, com o mesmo veículo, em 20 de maio deste ano. No documento, a PRF afirma que a causa do acidente, naquela oportunidade, foi velocidade incompatível para a realização da curva. “Ele sabia, segundo depoimento dele, que estava se aproximando de Mundo Novo, que tinha uma curva perigosa, que depois da curva tinha uma ponte, que depois da ponte tinha um radar e que, por conta disso, ele já vinha diminuindo a velocidade da carreta”, disse o delegado. “Ele olhou para trás pelo retrovisor, não conseguiu ver direito porque estava muito escuro. Conseguiu trazer a carreta para dentro da pista, depois ela puxou de novo, ele conseguiu voltar. Nessa segunda vez ele notou que estava vindo um farol. Depois que passou do primeiro farol, vinha um carro atrás e foi aí que houve o choque”, concluiu Eridelson. A TV Bahia preparou uma simulação de como o acidente aconteceu, com base no relato de testemunhas. Depois que o ônibus foi retirado da pista, ele foi levado para um galpão. O veículo ficou totalmente destruído, principalmente na frente, onde fica a cabine do motorista. Todos os vidros foram quebrados e as poltronas saíram do lugar com o impacto da batida. Além disso, o motor e carroceria ficaram totalmente retorcidos. Em nota, a empresa mineira Gomes Transportes de Almenara, responsável pelo caminhão que transportava o eucalipto, informou que lamenta profundamente a situação. A empresa também disse que o acidente foi causado por falha mecânica e que as circunstâncias ainda serão apuradas. A empresa informou que está prestando todo apoio necessário às vítimas. Fonte: G1

Corpo de jovem é encontrado em estado de decomposição na zona rural

O corpo do jovem Uanderson Souza de Jesus, conhecido como Puinha, de 22 anos, foi encontrado em estado de decomposição na tarde desta quinta-feira, 30 de setembro, por volta das 14h00, na zona rural, localidade conhecida como “Matinha”, na cidade de Ibirapuã/BA. A vítima estava desaparecida desde o domingo 26 de setembro , havendo informações de ter sido vista na companhia de uma pessoa, suspeita de tráfico de drogas, e com passagens na polícia. Uanderson  foi altingido por 07 (sete) disparos de arma de fogo, na região da cabeça e tórax. A motivação e a autoria ainda são desconhecidas. A Polícia Civil investiga o crime. O delegado titular, Gean Nascimento, autorizou a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML) de Itamaraju, para exames de Medicina Legal. A polícia investiga o caso.

Casa da Criança Renascer realiza campanha para arrecadação de brinquedos

A Casa da Criança Renascer dará início, neste mês de outubro, a campanha “Brincando com Segurança” que tem por finalidade a arrecadação de brinquedos.  Além de brinquedos a entidade receberá doações de álcool em gel e máscaras. Quem quiser fazer parte da campanha pode enviar as doações pelos Correios ou entregues pessoalmente na Av. Uirapuru, 39, localizada no bairro  Monte Castelo em Teixeira de Freitas- BA. Além das doações específicas para a campanha, a comunidade também pode ser parceira doando, durante todo ano,  roupas, artigos de limpeza e higiene, entre outros. Para mais informações e agendamentos, o acesso está disponível no site: https://renascertx.org A Casa da Criança Renascer é uma organização não-governamental, de direito privado, sem fins lucrativos, administrada exclusivamente por voluntários sociais, que atua há dezessete anos na cidade de Teixeira de Freitas- BA, abrigando e reintegrando crianças de 0 a 18 anos em situação de risco pessoal e social. As crianças são encaminhadas pelo Conselho Tutelar, Promotoria da Infância e Juventude e Juizado da Infância e Juventude de Teixeira de Freitas – BA. Apresenta estrutura para média mensal de atendimento de 25 crianças. Dentro de suas possibilidades, a Entidade busca garantir às crianças atendidas uma alimentação de qualidade, assistência à saúde, carinho e perspectiva de um futuro melhor.

Treze mandados são cumpridos contra ex-funcionários do Detran; uma ex-servidora também responderá por maus tratos

Treze mandados de busca e apreensão foram cumpridos em residências de ex-funcionários e na sede do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran). a ação foi efetuada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), através da Delegacia dos Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), na manhã desta quinta-feira (30). A ‘Operação Santaluz’ investiga ex-funcionários envolvidos em falsificação de sentenças de defesa de infração de trânsito. Computadores, celulares e documentos foram recolhidos tanto nas residências quanto na sede do Detran, localizada na Av. Antônio Carlos Magalhães. “Contabilizamos que um dos alvos, uma mulher, recebeu R$ 250 mil em falsificação de sentenças. Todas as contas bancárias para onde o dinheiro era encaminhado pertenciam a terceiros, com endereços tanto em Salvador quanto no município de Santaluz”, disse a titular do Dececap, delegada Márcia Pereira. Durante o mandado de busca e apreensão em um dos endereços da ex-servidora, um cachorro e dois gatos foram encontrados abandonados há cerca de oito dias, sem água e comida. Os animais foram encaminhados pelos policiais para o veterinário, e a mulher também responderá por maus tratos. A Operação Santaluz integra o ciclo de operações Cangalha, que consiste em uma série de ações de enfrentamento a organizações criminosas em todo o Nordeste do Brasil, através da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça (SEOPI/MJ).

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