Brasil busca revanche contra Argentina após vice na Copa América

Nesta terça-feira (16), às 20h30 (horário de Brasília), Brasil e Argentina duelam pela 14ª rodada das Eliminatórias, no estádio Bicentenário, na cidade argentina de San Juan. A classificação à Copa do Mundo do Catar já esta assegurada mas em nada diminui o peso de um clássico entre os rivais sul-americanos. O duelo opõe os dois primeiros colocados do torneio classificatório. Invicto, o Brasil lidera com 34 pontos (11 vitórias e um empate) e tem o melhor ataque (27) e a defesa menos vazada (quatro). A Argentina também não sabe o que é derrota na disputa e aparece em segundo lugar com 28 pontos (oito vitórias e quatro empates). Tite esboçou a provável formação que mandará à campo nesta terça-feira com três novidades em relação à equipe que venceu a Colômbia por 1 a 0 na última sexta-feira (12), na Neo Química Arena, em São Paulo: o zagueiro Thiago Silva, o volante Casemiro (suspenso) e o atacante Gabriel Jesus deram lugar a Éder Militão, Fabinho e Matheus Cunha, respectivamente. Neymar fora: Neymar está fora, já que o atacante sentiu dores no adutor da coxa esquerda no treino de segunda (15) e sequer viajou à San Juan. O provável substituto será Vinícius Júnior, que também atua pelo lado esquerdo. Assim, a seleção deve enfrentar a Argentina com Alisson, Danilo, Éder Militão, Marquinhos e Alex Sandro; Fabinho, Fred e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vinícius Júnior. Desta provável equipe, quatro jogadores estiveram em campo no último embate contra os argentinos, em 10 de julho deste ano, de lembrança amarga para os brasileiros. Naquele dia, o Brasil foi superado pelo maior rival por 1 a 0, na decisão da Copa América, no Maracanã. Danilo, Marquinhos, Fred e Lucas Paquetá foram titulares no Rio de Janeiro, enquanto Vinícius Júnior entrou no segundo tempo, no lugar de Everton Cebolinha. Por: Kátia Armini com informações de Lincon Chaves, da rádio Nacional
Homem é preso em flagrante por agredir a mãe

Equipes do 4° Batalhão de Polícia Militar (BPM/ Alagoinhas) prenderam, na noite de sábado (13), um homem que agrediu sua mãe, na cidade de Inhambupe. As equipes receberam informações de populares que o suspeito agrediu verbalmente e fisicamente a sua genitora. De acordo com o major Antônio Roque Ávila, comandante da unidade, ele foi preso e autuado em flagrante da Delegacia Territorial da cidade. Outra ação: Na noite de sexta- feira (12), o 4° BPM capturou um homem com um revólver e munições. Ele foi autuado por porte ilegal de arma de fogo. Fonte: Márcia Santana/SSP
Presidente do BC aponta piora “quantitativa e qualitativa” da inflação

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse hoje (16) que diante de um cenário de piora “quantitativa e qualitativa” da inflação, a autoridade monetária do país terá um trabalho difícil e desafiador, em um cenário de alta nos preços de alimentos, combustíveis e de energia. Na avaliação de Campos Neto, além do problema de inflação interna, o Brasil está “importando inflação de outros países, o que torna o ambiente ainda mais desafiador”. Ele ressaltou que para contornar essa situação, será necessário, ao Brasil, buscar o equilíbrio fiscal, além de “passar a mensagem de que o país tem condições de ter um crescimento sustentável mais alto”. As declarações foram dadas no IX Fórum Jurídico de Lisboa, em Lisboa. O presidente do BC disse que, em parte, a inflação que vem sendo registrada em diversos países está relacionada à “maior injeção fiscal da história mundial”, medida adotada com o objetivo de amenizar os efeitos da pandemia na economia. Campos Neto disse que, com a pandemia, o cenário mundial ficou diferente do que se imaginava, “com uma rápida e volátil mudança de cenários, em termos de crescimento e de perspectiva de inflação”. Governos ficaram “em pânico”, sem saber, até então, a real dimensão do problema. Diante da situação, segundo Campos Neto, foi feita “a maior injeção fiscal da história mundial, de US$ 9 trilhões, segundo informou na semana passada o FMI [Fundo Monetário Internacional], sendo que US$ 4,5 trilhões foram em transferências diretas. Pensando que o PIB mundial está entre US$ 84 [trilhões] e 85 trilhões, estamos falando de 10% de injeção fiscal em um espaço de tempo relativamente pequeno. Algo que nunca tínhamos visto”. Na visão do presidente do BC, como consequência essas transferências resultaram em aumento no consumo de bens em várias localidades. “Vemos uma correlação disso com o aumento de preços nos países que tiveram mais ajuda. Em um primeiro momento, com a alimentação em domicílio subindo muito”. “Aí, os bancos centrais criaram uma tese de que isso era um aumento temporário, porque, quando a economia reabrisse, as pessoas voltariam a trabalhar e, assim, voltariam a consumir serviços, deixando de consumir bens, o que resultaria queda nos preços de bens. Segundo essa tese, a reabertura mundial, após a pandemia, reequilibraria essas forças e faria com que a inflação caísse rapidamente”, disse. Essa expectativa, segundo Campos, acabou não se concretizando, uma vez que ela partia da premissa de que haveria uma “ruptura de oferta” maior do que a que foi registrada, e que “as pessoas que estavam em casa não estariam produzindo”, o que acarretaria em queda na oferta de bens. “Essa tese foi bastante divulgada. Hoje vemos que, em parte ou quase na totalidade, essa tese não é verdade”, disse o presidente da autoridade monetária brasileira. “Também existia uma tese de que a logística tinha sofrido uma ruptura porque as pessoas estavam em casa. Na verdade, quando olhamos em retrospectiva, vemos que isso também não é verdade”. Deslocamento de demanda Segundo Campos Neto, o que aconteceu foi “um grande deslocamento de demanda” porque os governos colocaram muito dinheiro na mão das pessoas em um período muito rápido. “Demorou para os bancos centrais entenderem o efeito combinado desse conjunto de ajudas, de US$ 9 trilhões”, acrescentou ao comentar que a previsão atual é de que esse deslocamento persista. ‘Correlacionado a esse fator, vem um outro tema, ligado a esse deslocamento de demanda. A gente imaginava que o consumo de energia elétrica em casa ia crescer mais do que fora de casa, e isso não aconteceu. O que aconteceu foi o contrário, porque produzir bens gasta muito mais energia do que produzir serviços. Temos aí, também, um deslocamento grande da demanda de energia que não foi acompanhado de aumento na oferta de energia”, complementou. Impacto nos preços Na avaliação do presidente do BC, a comunidade econômica demorou para entender o impacto que os programas fiscais teriam nos preços. “Imaginou-se que isso se equilibraria quando a economia reabrisse e que haveria mais investimentos nos itens onde haveria escassez. Nenhuma das duas coisas aconteceu da forma esperada”, resumiu. Ainda segundo Campos, o impacto nos preços da energia elétrica e dos combustíveis foi maior do que o esperado em 2021. “Foi na verdade o maior [impacto] dos últimos 20 anos, adicionado ao choque de alimentos registrado no ano anterior”, disse. Diante desse cenário, Campos Neto disse que o BC então iniciou processo de aumento de juros. “O número de inflação acelerou e teve piora tanto quantitativa como qualitativa em todos os aspectos. É muito importante sermos realistas para entendermos o quão disseminada está a inflação e o quão difícil será o trabalho do BC nesse ponto. Temos percebido, mais recentemente, uma revisão de inflação para cima e de crescimento para baixo em 2022”. Commodities O presidente do BC apontou alguns dos motivos que não possibilitaram, ao Brasil, se beneficiar da alta dos preços das commodities. “Geralmente, quando commodities sobem, a moeda brasileira aprecia, porque o Brasil é exportador de commodities. Então o preço da moeda local absorveria a alta externa”, disse. “Só que dessa vez isso não aconteceu. Tivemos aumento do preço de commodities com desvalorização da moeda. Isso aconteceu porque os termos de troca, que é essa relação, foram acompanhados de aumento do nível de dívida emitida”, explicou ao associar essa dívida às medidas de combate aos efeitos da pandemia na economia do país. Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Covid-19: ministério reduz intervalo de reforço e amplia público; Reforço será aplicado 5 meses após segunda dose

O Ministério da Saúde anunciou, hoje (16), a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 dos atuais seis meses para cinco meses. A decisão, que será implementada pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios, contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. Inclusive aquelas que receberam a Janssen, cujo fabricante, inicialmente, recomendava a dose única. “Já tínhamos autorizado a aplicação desta dose de reforço, ou adicional, para todos aqueles que tinham tomado a segunda dose há mais de seis meses e que tivessem [mais de] 60 anos. Agora, graças às informações advindas dos estudos científicos realizados para avaliar a aplicação da terceira dose – e dos quais já temos dados preliminares -, decidimos ampliar esta dose de reforço para todos aqueles acima de 18 anos de idade que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber a dose adicional. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 350 milhões de doses das vacinas contra a covid-19 já foram distribuídas para todo o país, e mais de 297 milhões já foram aplicadas ao longo de onze meses. Mais de 157 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose do imunizante – número que, segundo a pasta, representa 88% do público-alvo previsto no plano nacional de vacinação contra a doença. No entanto, cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista. Segundo a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria dos que ainda não compareceram para tomar a segunda dose. Analisando qual vacina as pessoas que não completaram o ciclo vacinal receberam, a secretária aventa a hipótese de que, além de outros fatores (como a dificuldade de encontrarem tempo para retornar ao posto de vacinação), as reações características de cada imunizante podem estar desestimulando algumas pessoas. “Algumas [vacinas], de fato, trazem [causam] alguns efeitos adversos que passam em um ou dois dias. A população tem que estar consciente disso. Tem que estar alerta e saber que estes efeitos são esperados e acontecem”, comentou Rosana, destacando que, junto com as recomendações de uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos frequente e adequada, a vacinação vem proporcionando a redução do número de casos graves da doença e, consequentemente, das internações e mortes. “Hoje, nós temos, no Brasil, 21,11 milhões de pessoas que estão aptas a tomar a segunda dose da vacina e, assim, completarem seu esquema vacinal”, informou a secretária ao reforçar que, para aumentar suas proteções contra a doença, a pessoa tem que tomar todas as doses recomendadas pelos laboratórios fabricantes e autorizadas pelas autoridades sanitárias. “Além disso, os estudos têm mostrado que, a partir do quinto ou sexto mês, independentemente do imunizante utilizado, há sim uma necessidade de reforçarmos nosso sistema imunológico tomando uma dose de reforço”, acrescentou a secretária, alertando para a importância de os estados seguirem as novas recomendações do ministério. “Se algum estado fizer separado, diferente, prejudicará muito o nosso planejamento.” Janssen Outra mudança anunciada pela pasta diz respeito à vacina da Janssen que era aplicada em dose única e passará a ter duas doses. “No início, a recomendação era de que esta vacina fosse de dose única. Hoje, sabemos que é necessária esta proteção adicional. Então, quem já tomou a Janssen, agora vai tomar a segunda dose do mesmo imunizante. E, lá adiante, cinco meses após [a segunda dose], um reforço com imunizante diferente”, disse Queiroga. A segunda dose da Janssen deverá ser ministrada a partir de dois meses da primeira aplicação. Mega Vacinação O ministro da Saúde participou esta manhã da cerimônia de lançamento da campanha Mega Vacinação, que acontecerá entre os dias 20 e 26 de novembro. Para estimular a população a tomar todas as doses recomendadas da vacina e completar o ciclo de imunização, o ministério conta com a ampliação do horário de funcionamento dos postos de vacinação durante a iniciativa. “Já temos uma das campanhas de vacinação contra a covid-19 mais importantes do mundo, tendo ultrapassado os Estados Unidos em relação ao [percentual da] população imunizada, mas temos que avançar ainda mais para que não aconteça o que está ocorrendo em alguns países da Europa, onde observamos um aumento do número de casos”, alertou o ministro, referindo-se a países como a Alemanha, que, na semana passada, voltou a anunciar medidas restritivas para conter o recrudescimento da doença. “Nosso objetivo é, através da campanha Mega Vacinação, ampliar ainda mais o acesso [da população às vacinas] e convencer as pessoas a procurarem as Unidades Básicas de Saúde [UBS] para, a partir daí, adquirirmos ainda mais a confiança do povo brasileiro e um controle sanitário eficiente para evitarmos possíveis novas ondas da covid-19”, disse Queiroga logo após a exibição de um vídeo promocional em que o Ministério da Saúde alerta que “proteção pela metade não é proteção”. “Temos [no Brasil] um cenário epidemiológico bem mais equilibrado em relação à pandemia. Nosso sistema de saúde está atendendo às necessidades, sobretudo dos pacientes com síndromes respiratórias agudas graves. Isso se deve à eficiência das políticas públicas lideradas pelo Ministério da Saúde e que, na ponta, são implementadas pelos estados e municípios [prefeituras]”, acrescentou o ministro Marcelo Queiroga antes de detalhar a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço. Agência Brasil
VÍDEO: Homens armados com fuzil assaltam Marco das Três Fronteiras

Quatro homens armados invadiram o Marco das Três Fronteiras, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, na madrugada desta terça-feira (16) e roubaram R$ 10 mil. O local é um dos principais atrativos turísticos da cidade. clique aqui e veja a ação. A administração do Marco das Três Fronteiras informou que os criminosos estavam armados com fuzil e pistolas e arrombaram um cofre por volta das 4h30. O vigilante que fica na central de monitoramento foi rendido pelos criminosos; ele não se feriu. Câmeras de segurança do circuito externo registraram o momento em que os suspeitos chegam ao local. Em seguida, o vigilante aparece e é rendido pelos suspeitos que o levam para o escritório onde se encontra o cofre. Paranaenses são maioria entre os visitantes do Marco das Três FronteirasOs suspeito levaram também HDs com imagens de câmeras de segurança do circuito interno do Marco. De acordo com a Polícia Militar (PM), os suspeitos fugiram de barco pelo Rio Iguaçu. Segundo a polícia, os suspeitos não foram identificados. O que é o Marco das Três Fronteiras O Marco das Três Fronteiras é um obelisco de pedras com vista para o encontro dos rios Paraná e Iguaçu, na tríplice fronteira entre o Brasil, o Paraguai e a Argentina. O cenário remete às missões jesuíticas, que abrigaram índios e religiosos na região nos séculos 17 e 18. Entre as opções do local estão o restaurante Cabeza de Vaca – primeiro explorador a contemplar as Cataratas do Iguaçu -, um parque infantil, apresentações culturais todas as noites e o show de luz e águas que envolvem o monumento do Marco das Três Fronteiras. A bilheteria funciona diariamente das 10h às 22h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (45) 3132-4100.
Veículos pegam fogo e mulher morre carbonizada após colisão entre Gol e caminhão na BR 101 em Teixeira: Três pessoas foram socorridas ao HMTF

Um morre e três ficam feridos em grave acidente na BR 101, entre Teixeira e Itamaraju. A tragédia, também provocou um grande congestionamento dos dois lados da BR. O fato aconteceu por volta das 06h, desta terça-feira, 16 de novembro. Segundo informações, o motorista de um veículo VW/Gol, perdeu a direção e colidiu frontalmente com um caminhão M. Benz, placa OES-0964. Na colisão, os veículos pegaram fogo. Três dos quatro ocupantes do veículo foram socorridos, mas uma mulher ficou presa às ferragens e morreu carbonizada. A vítima fatal foi identificada como sendo, Luciene Sena Cerqueira, de idade não confirmada. O SAMU socorreu os outros três ocupantes do Gol, ainda com vida ao Hospital Municipal de Teixeira de Freitas, e não há informações sobre o estado de saúde é identificação dos mesmos. O motorista do caminhão nada sofreu. O Corpo de Bombeiros esteve no local, controlou o fogo e retirou o corpo das ferragens. O corpo será necropsiado no IML de Teixeira de Freitas. Após passar por procedimentos de identificação, será liberado aos familiares para sepultamento. Um inquérito policial vai investigar as circunstâncias do acidente.
Dia Internacional da Tolerância 16 de Novembro

A data tem o objetivo de promover o bem estar, o progresso e a liberdade de todos os cidadãos, assim como fomentar a tolerância, o respeito, o diálogo e cooperação entre diferentes culturas, religiões, povos e civilizações. O Dia Internacional da Tolerância combate qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, econômico ou cultural. Com a globalização, a pluralidade cultural que existe no mundo se tornou ainda mais interligada, exigindo uma maior compreensão das pessoas em respeitar os diferentes modos de viver de cada cidadão. Isso, no entanto, não significa que devemos aceitar as ideias ou doutrinas de todas as sociedades, mas apenas aprender a respeitá-las e conviver com as diferenças. O Dia Internacional da Tolerância foi criado em 1996, pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A ideia surgiu a partir do Ano das Nações Unidas para a Tolerância, em 1995, que foi decidida e programada desde 1993, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO. No Brasil, ainda comemora-se o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, data que também possui o significado de conscientizar à população a respeitar as diferenças religiosas que existem no país.
15 de Novembro é comemorado o Dia da Proclamação da República

O que é Proclamação da República? O que representa? Dia 15 de Novembro é comemorado do Dia da Proclamação da República e fica a pergunta, para alguns: o que representa a data para os brasileiros? O que representou a implantação do regime republicano para a nação brasileira? Para a historiadora Fátima Santos, a palavra ‘cidadania’ resume o questionamento da Proclamação da República, que serviu para que o povo brasileiro criasse a sua própria identidade e autonomia, deixando para trás todos os métodos políticos que eram adotados pela corte portuguesa no Brasil. “Na verdade, a proclamação da República foi uma ruptura de ligamentos de colônias que possibilitou ao Brasil se apresentar diante do mundo como um Estado, uma nação com uma característica própria. Hoje nós temos um estado democrático que foi um grande avanço para o exercício da nossa cidadania”, disse. Foi no dia 15 de novembro de 1889, há exatos 132 anos, que aconteceu a proclamação que transformou o Brasil em um país de regime republicano. No final da década de 1880, a monarquia brasileira estava numa situação de crise, pois representava uma forma de governo que não correspondia mais às mudanças sociais em processo. Fazia-se necessário a implantação de uma nova forma de governo, que fosse capaz de fazer o país progredir e avançar nas questões políticas, econômicas e sociais. Crise da Monarquia A crise do sistema monárquico brasileiro pode ser explicada através de algumas questões: Interferência de D.Pedro II nos assuntos religiosos, provocando um descontentamento na Igreja Católica; Críticas feitas por integrantes do Exército Brasileiro, que não aprovavam a corrupção existente na corte. Além disso, os militares estavam descontentes com a proibição imposta pela Monarquia, pela qual os oficiais do Exército não podiam se manifestar na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra; A classe média (funcionário públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava mais liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império; Falta de apoio dos proprietários rurais, principalmente dos cafeicultores do Oeste Paulista, que desejavam obter maior poder político, já que tinham grande poder econômico; Diante das pressões citadas, da falta de apoio popular e das constantes críticas que partiam de vários setores sociais, o imperador e seu governo, encontravam-se enfraquecidos e frágeis. Doente, D. Pedro II estava cada vez mais afastado das decisões políticas do país. Enquanto isso, o movimento republicano ganhava força no Brasil.
Governo da Bahia trabalhando para os baianos

Nesta quarta (10), o governo de Ruy Costa entregou a requalificação das instalações do Hospital Ana Nery (HAN), em Salvador. A principal delas foi o novo ambulatório, que agora passa a contar com 24 consultórios e capacidade ampliada de atendimento em 10%. A obra teve o objetivo de liberar espaço no outro prédio da unidade para mais 20 novos leitos de UTI de cardiologia pediátrica e 10 leitos de UTI cardíaca. O investimento ainda incluiu instalações do serviço de nutrição e dietética (com cozinha, lavagem de alimentos e refeitório) e um novo almoxarifado. Destaque ainda para a entrega de uma nova Unidade de Coleta (UC) da Hemoba com quatro cadeiras para doação e capacidade para coletar até 600 bolsas de sangue por semana. O HAN é a unidade médica responsável por 50% das cirurgias cardíacas do SUS na Bahia, por isso o novo posto é de suma importância para o equipamento! Fotos: Mateus Pereira/GOVBA
Trágico acidente na “Fazenda Maria Bonita” em Itamaraju vitima 3 e mata 1

Um trágico acidente aconteceu na altura do KM 801 da BR 101, em uma estrada vicinal que dá acesso à “Fazenda Maria Bonita”, no interior do município de Itamaraju, na madrugada desta segunda-feira, 15 de novembro, por volta das 02h50 Evidências colhidas no local dão conta de que Nelsmar Chave Costa, de 62 anos, seguia na via conduzindo um veículo Fiat Strada, cor preta, placa JQJ-4983, licenciado em Itamaraju, com destino a uma propriedade rural, quando perdeu a direção, vindo a tombar despencando em uma ribanceira e local de difícil acesso. Profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) socorreram as vítimas para o Hospital Municipal de Itamaraju (HMI), onde foram identificadas como sendo, Lucimaria Santos de Jesus, de 27 anos; Emanuele de Jesus Pereira, de 11 anos; Hillary de Jesus Anchieta, de 02 anos, além de Nelsmar Chave Costa, de 62 anos. Nelsmar, muito conhecido por “Mazinho”, (ex-funcionário dos Correios de Itamaraju), veio a óbito no local.Ele ficou preso às ferragens do veículo. Uma equipe do 18º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM) de Teixeira de Freitas realizou os procedimentos de resgate do corpo da vítima. O corpo foi removido ao Médico Legal (IML) de Itamaraju. Nelsmar Chaves Costa, o Mazinho, atualmente se instalava ao lado dos Correios, vendendo produtos caseiros. Mazinho era casado e deixa 04 filhos.