Preconceito afeta produção de dados sobre LGBTI+

Reivindicação histórica do movimento de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e intersexuais (LGBTI+), a produção de dados oficiais sobre essa população deu um passo inédito neste ano, com a divulgação da primeira contagem populacional de homossexuais e bissexuais na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Dia do Orgulho LGBTI+, comemorado hoje (28), ativistas e pesquisadores explicam que, apesar desse avanço, a subnotificação mostra o longo caminho de luta contra os temores e estigmas que levam essas pessoas, muitas vezes, a esconderem sua identidade. Divulgada em maio, a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) contabilizou 2,9 milhões de homossexuais e bissexuais no Brasil. Na própria apresentação dos dados, o IBGE pediu cautela ao interpretar a informação. “A gente não está afirmando que existem 2,9 milhões de homossexuais ou bissexuais no Brasil. A gente está afirmando que 2,9 milhões de homossexuais e bissexuais se sentiram confortáveis para se autoidentificar ao IBGE como tal”, disse a analista Nayara Gomes, em entrevista coletiva. O instituto apontou principalmente o estigma e o preconceito por parte da sociedade como fatores que podem fazer com que as pessoas não se sintam seguras em declarar a própria orientação sexual. O IBGE também ponderou que a falta de familiaridade da população com os termos usados na pesquisa pode ter contribuído para a subnotificação. Professor do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e representante do Conselho Regional de Psicologia no Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT, Pedro Paulo Bicalho considera que qualquer dado produzido sobre a população LGBTI+ sempre estará sujeito à subnotificação, enquanto o contexto social incluir violências e estigmas contra a diversidade de identidades de gênero e de orientações sexuais. “Para conseguir fazer uma pesquisa em que não haja subnotificação e em que a gente consiga entender quem são, como são e como vivem todas as pessoas LGBTI+, teríamos que fazer isso em uma sociedade livre de LGBTIfobia, que não é a nossa. Acredito que não será a nossa geração, em que pesem todos os esforços e lutas sociais para que isso possa diminuir”, afirma Bicalho. “O máximo que a gente consegue é uma pesquisa sobre pessoas que se reconhecem LGBTI+”. O pesquisador explica que esse obstáculo deve ser encarado como contexto para interpretar os dados, e não como motivo para que não sejam coletados. “Não quer dizer que não devemos continuar insistindo, só que precisa ser muito bem construído”. O psicólogo defende que um ponto importante é estabelecer relação de confiança da pesquisa com a população LGBTI+, para que ela acredite na finalidade do estudo e no aproveitamento dos dados para produzir uma vida melhor. “Mesmo entre as pessoas que se reconhecem LGBTI+, passa por uma relação de confiança falar sobre isso, então, um tipo de pesquisa como essa precisa ser muito bem preparada. Esse Estado que chega à casa das pessoas e pergunta quem elas são precisa fazer isso de forma que essa pessoa confie e entenda para que está dando a informação. Passa também, acrescenta o pesquisador, por uma relação de confiança que não é só entre entrevistador e entrevistado, mas também em relação ao país em que se vive. Se o LGBTI+ não consegue entender que esse país tem vontade política de produzir políticas públicas sobre nós, será muito complicado”. Visibilidade A presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais, Keila Simpson, também acredita que um trabalho de treinamento das pessoas envolvidas em pesquisas como a PNS e o Censo poderia criar um clima mais acolhedor para que os entrevistados respondam sobre questões como a identidade de gênero e a sexualidade. “O próprio IBGE pode procurar consultores e consultorias de pessoas que trabalham com o assunto, têm essa experiência e que vão ajudar a achar o melhor caminho para fazer essas perguntas”, avalia. “Um elemento importante é fazer formação, contratar pessoas com traquejo nesse universo e que possam tratar com humanidade os que vão responder à pesquisa”. Apesar dos estigmas e violências, Keila defende que há, mesmo assim, grande número de LGBTI+ disposto a responder pesquisas de órgãos oficiais para ajudar na produção de dados. “Quando a gente vê uma parada LGBTI+, as pessoas que estão ali querem visibilidade. Elas não iriam se ocultar de responder a um Censo do IBGE”. Enquanto deu o primeiro passo para produzir dados oficiais sobre homossexuais e bissexuais, a PNS ainda deixou de fora a população transexual, já que nenhuma pergunta sobre identidade de gênero foi incluída no estudo. Sem dispor de informações oficiais em temas como trabalho, saúde e segurança pública, a Antra – Associação Nacional de Travestis e Transexuais – é uma das organizações não governamentais que se engajou na produção dos próprios dados e divulga anualmente o Dossiê de Assassinatos e Violências Contra Travestis e Transexuais Brasileiras. O trabalho é parecido com o realizado pelo Grupo Gay da Bahia, que produz relatórios anuais sobre casos de assassinatos de LGBTI+ noticiados pela imprensa. “O que a Antra faz é mexer em uma temática que, se a gente não jogar luz, ela não vai existir”, afirma Keila,. Ela conta que a associação não tem recursos para contratar pesquisadores e depende de voluntários e ativistas para que o estudo possa ser lançado todo dia 29 de janeiro, quando é comemorado o Dia Nacional da Visibilidade Trans. Censo A falta de mais dados faz com que as demandas dessa população não sejam contempladas como poderiam, argumenta o diretor de políticas públicas da Aliança Nacional LGBTI+, Cláudio Nascimento, que esteve à frente do programa estadual Rio Sem Homofobia. “É necessário ter política focalizada para a população LGBTI+? Sabemos que sim, mas não temos dados para confirmar essa informação e garantir, nos próximos anos, um conjunto de políticas públicas que possam mudar essa realidade. É muito grave que hoje exista um apagão de dados oficiais no Brasil que interfira de maneira estratégica na produção de políticas para a comunidade LGBTI+”. Cláudio Nascimento considera que um passo importante nesse sentido teria sido a inclusão de perguntas no próximo Censo que pudessem gerar mais dados, ainda que possivelmente subnotificados. “A inclusão da população LGBTI+ no Censo vai além de saber quantos somos. É preciso
Tecnologia ajuda na captura de 12 foragidos nos festejos de São João

Destaque no São João 2022 e utilizado pela primeira vez nas comemorações, o Reconhecimento Facial da SSP ajudou a capturar 12 foragidos da Justiça nas cidades de Porto Seguro, Salvador, Itaberaba e Jequié, durante o esquema de segurança montado pela SSP. O município de Porto Seguro liderou o número de localizados com oito prisões entre os dias 16 e 24 de junho. Os criminosos possuíam mandados pelas práticas de tentativa de homicídio, tráfico de drogas e associação ao tráfico, roubo e ausência de pagamento de pensão alimentícia. Na sequência aparece Salvador com duas capturas, na quinta-feira (23) e domingo (26), após o sistema emitir alertas e impedir que dois procurados por roubo tivessem acesso ao Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador. Em Jequié e Itaberaba houve as prisões de um homicida e um procurado por furto, nos dias 18 e 24, respectivamente. A tecnologia, que desde o lançamento em 2018 ajudou a localizar 278 criminosos, seguirá empregada entre os dias 30 de junho a 2 de julho. “Esse foi mais um grande evento em que utilizamos o Reconhecimento Facial para reforçar as ações policiais, tendo como principal finalidade evitar a entrada de criminosos nos espaços das festas. Mais uma vez ficou evidente a eficácia da ferramenta e o quanto as equipes em campo são capacitadas para conduzir ocorrências de identificação de foragidos”, pontuou o secretário da SSP, Ricardo Mandarino. Ocorrências A ausência de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) também foi destaque na festa que contou com o emprego de 28 mil policiais e bombeiros. Mais de R$ 9 milhões foram investidos entre efetivo e estrutura. Nas cinco noites de festa (22 a 26 de junho) não foi registrado nenhum crime contra a vida (homicídio, lesão corporal seguida de morte e latrocínio). No mesmo período, foram computadas pela instituição 24 prisões em flagrante – dentre elas as capturas do líder do tráfico de Várzea da Roça e do autor de chacina em Cruz das Almas, ocorrida em abril deste ano. Cinco armas de fogo e três armas brancas apreendidas, 41 lesões corporais, 251 furtos, seis roubos e uma importunação sexual registradas. “A Operação São João foi mais um resultado fruto do trabalho conjunto desenvolvido pela polícia Civil e Militar. E tivemos grandes prisões realizadas nesse período que, com certeza, trarão mais tranquilidade para o nosso estado”, declarou a delegada-geral da PC, Heloísa Brito. As ações preventivas e ostensivas do esquema de segurança que também aconteceram fora dos circuitos resultaram na apreensão de um fuzil de fabricação americana, na quarta-feira (22), no bairro de São Gonçalo do Retiro, em incursões do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom). Em uma outra diligência, no sábado (25), noventa e oito tabletes de maconha e cocaína avaliados em R$ 400 mil foram encontrados, em um imóvel, no bairro de Pituaçu, pela Rondesp Atlântico, 13ª Companhia Independente da Polícia Militar e pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco). R$ 1 milhão em drogas (cocaína, maconha e haxixe) que seriam comercializados durante o período de festas juninas foram apreendidos, na última terça-feira (21), pelo Draco da Polícia Civil e unidades da PM, após informações da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública. Unidades da Polícia Militar recuperaram, entre os dias 16 e 26 de junho, na Bahia, 16 veículos roubados, retiraram de circulação 18 armas de fogo, apreenderam 11 adolescentes e conduziram 167 pessoas para delegacias. “Utilizamos todos os processos possíveis para levar segurança à população. Desde o policiamento a pé, até a utilização de aeronaves, e foi realmente um sucesso o esquema montado pela Secretaria da Segurança Pública para servir a sociedade baiana”, disse o comandante-geral da PM, coronel Paulo Coutinho. Polícia Técnica Peritos criminais, médicos legista e técnicos atuaram na realização de perícias de ocorrências que envolveram lesão corporal, uso de drogas e identificação criminal, em Salvador, e em municípios do interior do estado que sediaram festejos. No total foram realizadas 28 perícias relacionadas a situações que ocorreram nos eventos. Corpo de Bombeiros O Corpo de Bombeiros Militar atendeu 746 ocorrências de combate a incêndio, busca e salvamento, atendimento pré-hospitalar, vistorias e atividades preventivas, em mais de 50 municípios. Fonte: Ascom | Silvânia Nascimento
Foragido cearense que comandava assaltos a bancos é localizado

Um foragido da Justiça do estado do Ceará (CE) foi localizado neste domingo (26), na cidade de Vitória da Conquista, por equipes da Rondesp Sudoeste com apoio da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Litoral Norte. Ele é apontado pela polícia cearense como chefe de uma organização criminosa especializada em assaltos a bancos e responsável por ataques em diferentes estados do Brasil. A busca pelo criminoso – que responde a 23 inquéritos – teve início após troca de informações entre a a Polícia Federal do Ceará, unidades policiais da Bahia. As equipes da Polícia Militar iniciaram diligências em Vitória da Conquista e conseguiram localizar endereços utilizados pelo foragido. “Quando duas guarnições chegaram em uma das residências, o criminoso atirou contra os policiais, que revidaram o ataque. No confronto, ele ficou ferido, chegou a ser socorrido para o Hospital de Base da cidade, mas não resistiu”, contou o comandante da Rondesp Sudoeste, capitão Ulisses Antônio Moreira Souza. Com ele foram encontrados um revólver calibre 38 e munições. Fonte: Ascom | Silvânia Nascimento
Mês da diversidade: Homem trans destaca importância de oportunidades no mercado de trabalho

Bahia, junho de 2022 – De uma entrega de currículo na igreja à Chefe de Seção no Assaí dos Barris, Bernardo Anthony reforça a importância de dar oportunidades para todos(as) no mercado de trabalho. Assim como Bernardo, outros(as) colaboradores(as) da empresa, em todo o Brasil, se declaram LGBTQIA+ e formam um time diverso, que representa a sociedade e seus(uas) clientes. Ele conta que, por ser um homem trans, no começo teve receio ao entrar na nova Companhia. “Por muito tempo, fora da empresa, eu era Bernardo, mas na empresa usava meu nome antigo, porque não tinha coragem de falar por medo de não ser respeitado”, explica. Entretanto, a recepção de todos(as) os(as) seus(uas) colegas fez o novo funcionário se sentir em casa. “O dia que peguei meu crachá com meu nome social, o qual me reconheço, posso dizer que foi o melhor dia da minha vida ali dentro, fui abraçado, acolhido, me senti em casa. Para mim, o Assaí vai além de uma empresa, é uma família que acolhe e cuida de você”, disse. O soteropolitano de 25 anos entrou na Companhia há exatamente 4 anos e 10 meses. De lá para cá, tem crescido no atacadista e agora atua como Chefe de Seção na nova unidade dos Barris, inaugurada em maio deste ano. “Eu sou completamente apaixonado pelo Assaí por vários motivos, mas principalmente por permitir que eu seja eu mesmo. Estou no meu terceiro cargo e penso em crescer mais e mais na empresa”, completou. Diversidade no Assaí Buscando promover um ambiente ainda mais diverso, plural e de respeito entre o seu time, o Assaí aderiu ao Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, que uniu o atacadista a mais de 100 companhias para fomentar o respeito e a promoção dos direitos humanos LGBTI+ tanto na sociedade como no ambiente empresarial. Por isso, oferece diferentes recursos de conscientização e aprendizado, como treinamentos, Guias Inclusivos e uma trilha exclusiva sobre “Aliados Anti-LGBTfobia” disponibilizados na Universidade Assaí – plataforma de educação e desenvolvimento exclusiva para os(as) colaboradores(as) do atacadista, para que todos(as) possam ser aliados(as) na promoção do respeito, inclusão e atitudes que combatam a LGBTfobia. Buscando promover um ambiente ainda mais diverso e plural entre o seu time, o Assaí aderiu ao Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, que uniu o atacadista a mais de 100 companhias para fomentar o respeito e a promoção dos direitos humanos LGBTI+ tanto na sociedade como no ambiente empresarial. Outra iniciativa nesse sentido é a parceria feita com a TransEmpregos, que busca conectar mais profissionais trans a oportunidades de trabalho dentro da Companhia. Além disso, a empresa conta com um Código de Ética, que assegura o compromisso com um ambiente diverso e com a não tolerância com qualquer tipo de discriminação. E continuando com os esforços para um mundo mais inclusivo, a empresa apoiou a Feira DiverS/A pelo segundo ano consecutivo e também apoiou a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans de São Paulo. Sobre o Assaí Atacadista O Assaí é uma empresa de atacarejo que atende pequenos(as) e médios comerciantes e consumidores(as) em geral que buscam economia tanto na compra de itens unitários, como em grande volume. Com crescimento de 15,8% em receita bruta em 2021, está presente nas cinco regiões do País com 220 lojas distribuídas em 23 estados (mais o Distrito Federal). É um dos maiores empregadores do segmento privado do país com mais de 60 mil colaboradores e, mensalmente, recebe 30 milhões de clientes em suas lojas. Em 2021 passou a ser listado na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), sendo a ação mais valorizada no mês de estreia das negociações, com alta de 402%. Além disso, é negociada também na bolsa de Nova York (NYSE). O Assaí está entre as 20 marcas mais valiosas do país em ranking anual promovido pela Interbrand e está na 17ª colocação entre os maiores faturamentos em receitas líquidas do país.
Fogos e fogueiras causam mais de 50 acidentes no São João; receitas caseiras devem ser evitadas

Um total de 53 pessoas foram atendidas nos Hospitais Geral do Estado (HGE), Regional de Santo Antônio de Jesus (HRSAJ) e do Oeste, entre os dias 20 e 26 últimos, vítimas de acidentes com fogos de artifício e fogueiras. No HGE, foram 39 atendimentos, 13 no HRSAJ e 1 no HO. Dados das duas principais unidades hospitalares especializadas em tratamento de queimados da rede estadual, o Hospital Geral do Estado (HGE) e o Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus (HRSAJ), referentes aos últimos 4 anos, mostraram um acréscimo no número de acidentes no período entre 20 e 30 de junho, quando comparados os dois anos com festejos (2018 e 2019) e os dois sem festejos e com pandemia (2020 e 2021). Anna Cortizo, enfermeira dermatológica responsável pelo ambulatório de tratamento de feridas Cicatrimed, braço de atuação da Assiste Vida, explica que, uma vez que o acidente já aconteceu, as receitas caseiras que buscam auxiliar no processo de cicatrização de ferimentos devem ser evitadas. “Elas levam riscos de Dermatite de contato, que é uma reação inflamatória que ocorre na pele à exposição a um componente que causa irritação ou alergia, podendo causar também infecções no local da queimadura que já está sensibilizado, agravando o quadro”, conta. Importância de um bom curativo A especialista esclarece que o ideal mesmo para uma boa recuperação é um curativo bem-feito. Anna explica que podem ser feitos curativos especializados para queimaduras, que deve ser indicado a partir de uma avaliação profissional. Entre eles estão os com coberturas especiais com antimicrobianos com prata e PHMB , que atuam de forma profilática evitando a infecção, espumas de poliuretano com silicone, que proporcionam conforto e redução da dor no local e a placa de hidrogel, que fornece conforto e redução da temperatura local. Esse tipo de curativo melhora o bem estar do paciente, além de diminuir o tempo de cicatrização. Esses tratamentos estão disponíveis na Assiste Vida, que oferece os serviços de internação domiciliar, assistência domiciliar e cuidados continuados. O ambulatório funciona na sede da Assiste Vida, localizada no Horto Bela Vista em Salvador. Os pacientes interessados no serviço podem entrar em contato por telefone e fazer o agendamento de uma avaliação inicial gratuita.
Prefeitura firma convênio com a Associação Levanta-te para recuperação de dependentes químicos

Na última sexta-feira (24) a Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas assinou um convênio com a Associação Educacional e Assistencial Levanta-te com o objetivo de continuar investindo recursos em prol da sociedade. Todo o investimento público neste projeto será revestido em apoio financeiro para o acolhimento de dependentes químicos, prestando atendimento especializado integral através de internação temporária até sua efetiva recuperação. “Estou muito feliz que assinamos o convênio com a instituição Levanta-te, que recupera vidas em nossa cidade. Através deste projeto, a Prefeitura vai aplicar ainda mais o seu recurso em prol da sociedade. Também temos a missão de apoiar as instituições que fazem um trabalho sério no município, sempre atuando em prol do cidadão teixeirense”, pontuou o prefeito, Dr. Marcelo Belitardo. É importante ressaltar que já havia aproximadamente 9 anos que a Associação buscava apoio do município, onde recebeu negativas de outras gestões. Porém, após negociações com suportes jurídicos, foi possível conceder esse apoio para o projeto. O contrato terá vigência até maio do próximo ano e foi firmado o valor mensal de R$ 15,000,00 para a instituição Levanta-te. Por: Teixeiranoar/Ascom
Com lei federal, governo de São Paulo reduz imposto sobre a gasolina

O governo de São Paulo anunciou hoje (27) a redução da alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis. O valor da tributação passou de 25% para 18%. A estimativa é que a medida provoque queda de R$ 4,4 bilhões na arrecadação do estado. Segundo o governador Rodrigo Garcia, a diminuição do imposto pode provocar redução de R$ 0,48 no preço da gasolina ao consumidor. De acordo com ele, o preço médio no estado, atualmente, é de R$ 6,97 e poderá ficar em R$ 6,50, se houver o repasse integral da renúncia fiscal aos valores cobrados nas bombas. O Procon de São Paulo deverá divulgar a composição do preço dos combustíveis no estado para incentivar os postos e distribuidoras a repassar o corte do imposto para os preços cobrados do consumidor final. Lei federal A redução das alíquotas do ICMS atende à Lei Complementar Federal 94, de 2022, aprovada na quarta-feira passada (15). Pelo texto, que foi sancionado pelo presidente da República, os valores máximos de imposto que podem ser cobrados sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transportes coletivos ficaram entre 17% e 18%. Esses itens passaram a ser considerados essenciais para fins de tributação. Educação e saúde A redução das receitas provocará, segundo o governador, uma diminuição dos gastos em saúde, educação e tecnologia no estado. “A conta é muito simples: nós temos um orçamento vinculado de 30% [do ICMS] para educação, 12% para saúde”, detalhou sobre como o imposto é investido obrigatoriamente no estado. O ICMS financia ainda as universidades estaduais e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesp). De acordo com Garcia, a redução nas alíquotas provocará cortes proporcionais no orçamento dessas áreas. “Quando você reduz o ICMS, que estamos estimando em mais de R$ 4 bilhões só em relação à gasolina, você tira R$ 1,2 bilhão da educação, R$ 600 milhões da saúde, e assim sucessivamente”, destacou. O presidente Jair Bolsonaro, ao sancionar a lei federal, vetou o artigo que previa aos estados a compensação, pela União, das perdas de receitas provocadas pela nova legislação. Edição: Graça Adjuto Fonte: Agência Brasil
Covid-19: metade da população ainda não tomou 2ª dose de reforço no RJ

A população do Rio de Janeiro não aderiu em massa à dose de reforço da vacina contra a covid-19. Segundo os dados do painel da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), entre as pessoas com 50 anos ou mais, apenas 47% tomaram a segunda dose de reforço. O primeiro reforço atingiu 70,3% dos adultos, a partir dos 18 anos, sendo mais prevalente conforme a idade aumenta. A população com 40 anos ou mais da cidade começou a receber a segunda dose de reforço na terça-feira (21) e, até o momento, apenas 10% das pessoas nessa faixa compareceram aos postos. O primeiro reforço foi recebido por 68% dessa faixa etária. A faixa que mais aderiu à segunda dose de reforço foi a que tem de 70 a 74 anos, com 63% de vacinados com as quatro doses. O primeiro reforço chegou a 94%. Na faixa de 65 a 69 anos o segundo reforço está em 58% e o primeiro em 96%. Na população mais jovem, apenas 55% entre 30 e 39 anos recebeu o primeiro reforço, proporção que cai para 47% em 20 e 29 anos e para 26% dos adolescentes de 12 a 19 anos. No painel da Secretaria de Estado de Saúde (SES) não consta o acompanhamento da aplicação da segunda dose de reforço. O primeiro reforço foi tomado por 8% dos adolescentes de 12 a 17 anos do estado, 29% dos jovens de 18 a 29 anos, 36% dos adultos de 30 a 39, 47% entre 40 a 49 anos, 56% de 50 a 59, 74% na faixa de 60 a 69 anos, 78% entre os que tem de 70 a 79 anos e 72% dos maiores de 80 anos tomaram as três doses. Esquema básico Entre as crianças de 5 a 11 anos da capital, 304,5 mil receberam o esquema completo com as duas doses da vacina contra a covid-19. Mas 113,4 mil ainda não iniciaram a imunização, o que corresponde a 20% da população estimada pela prefeitura nessa faixa etária. No estado, são 56% das crianças de 5 a 11 anos com a primeira dose e 33% com as duas. Na semana passada, a (SES) informou que o estado tem dois milhões de pessoas que poderiam se vacinar, a partir dos 5 anos de idade, e não receberam nenhuma dose; além de 1,5 milhão que tomaram apenas a primeira. Todas as pessoas a partir dos 5 anos de idade devem ser vacinadas contra a covid-19, com o esquema básico de duas doses ou a dose única da Janssen. A primeira dose de reforço é recomendada para todas as pessoas com 12 anos ou mais, com um intervalo mínimo de 4 meses após a segunda dose. A segunda dose de reforço está sendo aplicada em toda as pessoas a partir dos 40 anos, com intervalo de 4 meses do primeiro reforço, além dos trabalhadores da saúde com 18 anos ou mais. Janssen A SMS destaca também que, segundo orientações do Ministério da Saúde, quem tomou a dose única da fabricante Janssen deve receber mais uma dose de reforço. Dessa forma, quem tem entre 18 e 39 anos de idade precisa completar o esquema vacinal contra o coronavírus com três doses. Quem tem a partir de 40, deve ter quatro doses aplicadas. No caso da Janssen, a primeira dose de reforço segue um intervalo de dois meses e as doses seguintes um intervalo de quatro meses entre cada uma delas. O reforço pode ser feito com a Pfizer, Janssen ou AstraZeneca. *Título atualizado às 11h15. Edição: Pedro Ivo de Oliveira Fonte: Agência Brasil
Morador de rua é esfaqueado no pescoço por desafeto no Centro de Teixeira e socorrido ao HMTF: Suspeito é preso pela PM

Teixeira de Freitas: Policiais militares 87ª CIPM foram acionados na tarde deste domingo, 26 de junho, por volta das 16h17, para atender a uma ocorrência de tentativa de homicídio (esfaqueamento por arma branca). Quando os militares chegaram ao local, confirmaram a denúncia e acionaram o SAMU para prestação de socorro. A vítima trata-se de um morador de rua, identificado apenas pelo vulgo de “Pernambuco”, que foi atingido por 02 facadas na região do pescoço. Com a vítima não foi encontrado nenhum documento pessoal. O SAMU socorreu a vítima ao Hospital Municipal onde deu entrada e foi direto para o Centro Cirúrgico. Não há maiores informações sobre o estado de saúde do “Pernambuco”. Logo após o socorro da vítima ao HMTF, os militares saíram em diligência para tentar localizar e prender o autor das facadas. Com informações de populares sobre as características do suposto autor, os militares avistaram o possível suspeito da tentativa de homicídio, encontrando-o na Praça da Biblia. Ao realizar a abordagem, os militares encontraram uma faca com o suspeito, que recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas. Segundo informações, os dois são moradores de rua e costumam ficar nas imediações do Mercado Municipal. Fonte: LN
Acusado de homicídio em 2020 é preso pela PM no Centro de Teixeira por força de mandado de prisão

Teixeira de Freitas: Alessandro de Souza, vulgo “Negão”, de 43 anos, natural de Linhares/ES, foi preso na manhã desta segunda-feira, 27 de junho, na Rua Massanori Nagão, por volta das 06h20, no Centro, em frente à Caixa Econômica Federal. A Polícia Militar de Teixeira de Freitas realizou um abordagem de rotina e identificou que contra o suspeito havia um mandado de prisão preventiva, expedido pela 1ª Vara do Júri e Execuções Penais de Teixeira de Freitas. Alessandro de Souza é acusado de ter praticado um homicídio no ano de 2020. Os policiais militares conduziram e apresentaram o Alessandro na Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas, ao delegado titular, Marcos Ludovico, para as medidas cabíveis. Fonte: LN