87ª CIPM abrilhanta desfile do Bicentenário da Independência em Teixeira de Freitas

A 87ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) abrilhantou as comemorações do Bicentenário da Independência em Teixeira de Freitas com desfile de policiais embarcados em viaturas. Como em todos os anos, o desfile cívico-militar do 7 de Setembro aconteceu na Avenida Marechal Castelo Branco, no centro da cidade, e teve também a participação da Polícia Rodoviária Estadual, do Corpo de Bombeiros Militar, do Colégio da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal. O evento iniciou em frente à Prefeitura Municipal, após solenidade de hasteamento da bandeira pelo tenente-coronel Antônio Basílio Honorato Barbosa – comandante do 13º Batalhão de Ensino Instrução e Capacitação (BEIC) – e a execução do Hino Nacional. Também participaram da solenidade o prefeito Marcelo Gusmão Pontes Belitardo, que hasteou a bandeira da Bahia, e o comandante da 87ª CIPM, major Benedito José Barbosa Neto, além de outros oficiais da Polícia Militar. O público preencheu todos os espaços na avenida e aplaudiu os militares quando passaram pelo palco instalado no final do desfile.
PM apreende menor vendendo droga em Teixeira de Freitas

A Polícia Militar apreendeu um menor na noite desta quarta-feira (7), na Rua Adelino Medeiros, no Bairro Arco Verde, na cidade de Teixeira de Freitas, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. Na abordagem pessoal policiais da 87ª Companhia Independente de Polícia Militar encontraram com o suspeito 14 papelotes de maconha, três pedras de crack e R$ 20. Ele disse aos PMs que cada papelote de maconha é vendido por R$ 5 ou R$ 10 e as pedras de crack por R$ 25 cada. Ascom 87ª CIPM
Amazônia nossa maior Riqueza com seus frutos na mesa do dia-a-dia

A região amazônica é uma das grandes riquezas que temos no Brasil, em diversos aspectos. Sua área produtiva, por exemplo, reúne 65 culturas cultiváveis ocupando o espaço de cerca de 2,3% do bioma. De todas essas diferentes culturas, algumas se destacam tanto no mercado nacional quanto no internacional. Podemos citar a produção nativa de cacau, castanhas, guaraná e açaí. Boa parte dos frutos nativos da Amazônia são explorados de maneira sustentável e comercializados pelas comunidades da região. Ou seja, são produtos com grande impacto econômico para essas comunidades, e demonstram a sua importância no mercado. Conheça alguns dos principais frutos da Amazônia Açaí: o açaí, cultivado e colhido no norte do Brasil, é uma das frutas conhecidas por seu alto poder antioxidante, sendo rico em proteínas, lipídios, vitaminas C, E, B1 e B2, e minerais como fósforo, ferro e cálcio. É um fruto altamente energético, ideal para pessoas que exercem atividades de alto desempenho, pois aumenta o rendimento em exercícios físicos e combate a fadiga, regulando a função intestinal. Ainda, auxilia no combate ao envelhecimento e aos radicais livres. Castanha-do-pará: a produção de castanha-do-pará representa um importante ativo para a região Norte do país. Perdendo apenas para o açaí, a castanha-do-pará é um dos principais produtos não madeireiros explorados na região. Bacuri: o bacuri é um dos frutos da região amazônica de maior valor. Tem sua produção concentrada, principalmente, no estado do Pará, com cerca de 95% da produção total. Buriti: o buriti é um fruto cultivado em locais isolados ou em comunidades, e demanda uma intensa irrigação de água para frutificar. Ele tem diversas utilidades no mercado, como a produção do “vinho de buriti” ou o óleo produzido a partir da sua polpa, rico em vitamina A. É também usado para a produção de sorvetes e diversos outros produtos altamente nutritivos, além de cosméticos. Camu-camu: fruta silvestre pouco explorada, com grande potencial para ser oferecida ao mercado em larga escala. Ou seja, pode ser tão relevante quanto as frutas mais populares, como açaí e cupuaçu. Cupuaçu: o cupuaçu é uma fruta típica do Norte do país. Apresenta um crescimento acelerado na produção e vendas nos últimos anos, sobretudo na agricultura familiar. Ganha, assim, cada vez mais popularidade e reconhecimento graças aos seus benefícios. E uma das razões para isso é a disposição que o público consumidor demonstra para novidades no mercado de sorvetes e gelados. Guaraná: é uma fruta amazônica muito importante para os produtos que consumimos no dia a dia. Tem sua produção concentrada na cidade de Maués, no Amazonas, sendo a cidade de maior relevância no fornecimento da matéria-prima, com uma produção aproximada de 400 toneladas por ano. Tendência de um cultivo sustentável Para o cultivo e a colheita de todos estes frutos, o mercado interno e externo segue uma tendência de maior rigor nos processos de produção. A origem dos grãos, frutas, produtos in natura, entre outros, define o sucesso nos negócios. São, cada vez mais, exigidos processos de alta qualidade e mais sustentáveis. O compromisso na exploração sustentável do açaí faz da Vibe Açaí uma produtora de excelência, mantendo o sabor incomparável e saudável da Amazônia, disponível ao consumidor mais exigente e consciente. Nossos produtos atendem a um rigoroso controle de qualidade desde o plantio, passando pelas fases de produção, processo de despolpa e armazenamento. Explore as delícias da nossa terra com a qualidade Vibe Açaí. Conheça nossos produtos!
08 de setembro dia Internacional da Alfabetização

O Dia Internacional da Alfabetização, que acontece em 8 de setembro, é uma data que busca destacar a importância da alfabetização nos contextos mais amplos da sociedade. Essa data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 26 de outubro de 1966, na 14ª sessão da Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), sendo comemorada pela primeira vez no ano de 1967. Mesmo que a alfabetização se baseie no aprendizado do alfabeto e sua utilização essencial para leitura e escrita, é importante compreender que ser alfabetizado vai muito além de conhecer letras e também números. A alfabetização reflete o contexto social, político e econômico de um país, permitindo diminuir as desigualdades sociais, a pobreza, além de estimular o crescimento populacional de forma consciente, com equilíbrio na natureza e paz entre todos os povos. É importante dizer também que aumentar o número de escolas não significa uma verdadeira popularização da escola para todos e que todos aprenderão a ler e escrever. Isso pode ser observado no Brasil, pois ocorreu uma grande expansão de escolas, mas isso não significa que todas as nossas crianças estão alfabetizadas. O Brasil, quando comparado com outros países, sempre está entre as piores colocações. Isso é avaliado por provas internacionais, e a última delas foi em 2015, que foi o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA). Nessa avaliação, entre os 70 países que participaram, o Brasil ficou na posição 59º no aspecto relacionado à leitura. Essa avaliação tem como objetivo analisar o desempenho, nas áreas de leitura, matemática e ciências, dos alunos de 15 anos de idade matriculados regularmente na educação básica. Na avaliação nacional realizada entre os 27 estados de nossa federação, 9 obtiveram nota abaixo de 404 pontos. A pontuação máxima é de 500 pontos. Buscando mudar essa situação nos últimos 40 anos, a vida educacional brasileira tem passado por vários modismos metodológicos, em que vários métodos são incorporados para auxiliar a alfabetização. São alguns desses métodos: Método alfabético ou soletração; Método fonético; Método global; Método silábico. Todavia, sabemos que mudar apenas o método não é suficiente para resolver o problema do Brasil. Para mudar realmente esse quadro, precisamos investir na educação para que os alunos consigam melhores resultados, buscando boas experiências pelo Brasil e ampliá-las. Para tentar melhorar esse contexto, o Brasil possui o Plano Nacional da Educação (PNE). Dentre suas metas, podemos destacar: Alfabetizar todas as crianças até o 3º ano do Ensino Fundamental; Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais; De alguma forma erradicar o analfabetismo total; Reduzir pela metade o analfabetismo funcional. Assim, diversos programas buscam erradicar o analfabetismo no Brasil.
Repescagem do Auxílio Caminhoneiro será paga hoje

Cerca de 130 mil motoristas de carga autônomos que enviaram a autodeclaração até as 18h30 de 29 de agosto recebem hoje (6) a repescagem das duas primeiras parcelas do Auxílio Caminhoneiro, benefício emergencial para repor os efeitos do aumento do diesel neste ano. Como cada parcela equivale a R$ 1 mil, cada caminhoneiro receberá R$ 2 mil. O dinheiro será depositado nas contas poupança sociais digitais e poderá ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite a compra em lojas virtuais cadastradas, o pagamento de contas domésticas e a transferência para qualquer conta bancária. Criado pela emenda constitucional que criou estado de emergência por causa da alta do preço dos combustíveis, o Auxílio Caminhoneiro será pago até dezembro. A emenda elevou benefícios sociais e instituiu auxílios emergenciais até o fim do ano. Autodeclaração Diferentemente do Auxílio Taxista, em que o cadastro é feito unicamente pelas prefeituras, o Auxílio Caminhoneiro conta com um portal para o caminhoneiro pedir o benefício. Desde 15 de agosto, os transportadores autônomos de carga (TAC) podem fazer a Autodeclaração do Termo de Registro para receber o BEm Caminhoneiro-TAC. Na semana passada, o Ministério do Trabalho e Previdência prorrogou o prazo de entrega da autodeclaração até 12 de setembro. Dessa forma, quem fizer o procedimento entre as 18h30 de 29 de agosto até 12 de setembro receberá a primeira, a segunda e a terceira parcelas em 24 de setembro. Quem tinha acesso ao benefício receberá normalmente a terceira parcela na data. A autodeclaração pode ser feita pelo Portal Emprega Brasil ou pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. Após o prazo, os caminhoneiros somente terão direito a receber o benefício a partir do mês do envio dos dados, desde que atendidos os demais requisitos legais. Nesse caso, não será feito o pagamento retroativo. Quem tem direito Terão direito ao benefício os transportadores de carga autônomos cadastrados no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTR-C) da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) até 31 de maio deste ano. Os profissionais deverão estar com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o CPF válidos, entre outras exigências. Também chamado de Benefício Emergencial Caminhoneiro (BEm-Caminhoneiro), o auxílio será pago a cada transportador autônomo, independentemente da quantidade de veículos que possuir. O pagamento do BEm-Caminhoneiro vai ser revisado mensalmente. Para os próximos lotes de pagamento, a ANTT vai encaminhar ao Ministério do Trabalho e Previdência a relação dos transportadores autônomos de cargas que estiverem na situação “ativo” no RNTR-C. Auxílio Taxista No último dia 30, os taxistas receberam a repescagem do benefício emergencial para a categoria. Eles também ganharam as duas parcelas do benefício (julho e agosto), de até R$ 1 mil cada uma. A terceira parcela será paga em 24 de setembro. Terão direito ao benefício os motoristas de táxi registrados nas prefeituras, titulares de concessões ou alvarás expedido até 31 de maio. Não será necessária qualquer ação por parte dos taxistas. Em caso de dúvidas, o motorista deve entrar em contato com a prefeitura para verificar o cadastro municipal. A prestação das informações caberá inteiramente às prefeituras (ou ao governo do Distrito Federal, no caso da capital federal). Calendário do Auxílio Caminhoneiro 2022 Parcela Data de pagamento Cadastro ativo ou autodeclaração Julho e agosto 9/8 (valor em dobro) até 22/7 Julho e agosto (repescagem) 6/9 (valor em dobro) até 29/8 Julho, agosto e setembro (repescagem e terceira parcela) 24/9 (valor triplo ou apenas da terceira parcela) até 12/9 Outubro 22/10 até 9/10 Novembro 26/11 até 13/11 Dezembro 17/12 até 4/12 Calendário do Auxílio Taxista 2022 Parcela Data de pagamento 1ª e 2ª parcelas 16/8 1ª e 2ª parcelas (repescagem) 30/8 3ª parcela 24/9 4ª parcela 22/10 5ª parcela 26/11 6ª parcela 17/12 Fonte: Caixa Econômica Federal Edição: Maria Claudia Fonte: Agência Brasil
Polícia Civil divulga imagens de homem que furtou peças de duas carretas em Teixeira: Prejuízos chegam a R$ 60 mil

Teixeira de Freitas: A reportagem do Liberdade News recebeu imagens das câmera de segurança de um estabelecimento, que flagraram a ação de um indivíduo que furtou peças de duas carretas, sendo uma na Feira de Quarta, e outra nos fundos do Sobrasa, em Teixeira de Freitas. Segundo as vítimas, foram subtraídas as bombas de arla e o Cerro de Embreagem de ambas as carretas, acarretando um prejuízo de quase R$ 30 mil em cada um. Os furtos ocorreram na madrugada de sábado para domingo (04). A Polícia Civil pede a quem reconhecer o autor dos furtos, denunciar no 197 ou 3291-4090. A Polícia garante o sigilo das informações e do denunciante. Segundo o delegado Bruno Ferrari, as imagens mostram a ação e em parte delas, o rosto do autor, facilitando o reconhecimento. Fonte: LN
Dois amigos saem de moto para pescar em Itanhém e desaparecem: Familiares buscam notícias

Itanhém: Dois homens estão desaparecidos após terem saído para uma pescaria no município de Itanhém. A companheira de um dos desaparecidos procurou a Delegacia de Itanhém para registrar o caso, informando que seu companheiro, Allysson Sousa Neves, de 24 anos, teria saído de sua residência na sexta-feira, 02 de setembro, por volta das 17h40, com sua motocicleta, não deu mais notícias. Trata-se de uma motocicleta Honda Bros NXR 150, de cor preta, ano 2012, placa policial ODK-1B96, licenciada em Itanhém-BA. Segundo a comunicante, Allysson disse ia fazer uma pescaria, com um colega, o Vinicius Ribeiro dos Santos, de 25 anos, na motocicleta de Allysson, mas, até a presente data nem o Allysson, nem o Vinicius apareceram. A comunicante, pede a todos que tiver alguma informação sobre o paradeiro de Allysson e Vinicius entrar em contato com a Polícia Militar (190) ou com a Polícia Civil (197). Sua identidade será preservada. Fonte: LN
O Bicentenário da Independência: que país é o Brasil

O ano de 2022 marca o bicentenário da independência política do Brasil. As ocasiões de efemérides são oportunas para a produção de reflexões sobre o país e a sociedade que somos: as origens, caminhos trilhados, desafios existentes, modos de pensar e agir. Um tópico oportuno de análise nesse momento diz respeito as crenças religiosas que historicamente veem fornecendo a população brasileira visões de mundo, seu impacto nas formas de estruturar as relações sociais entre as pessoas e até mesmo influir as pautas políticas. A população brasileira, no quesito das crenças religiosas, é majoritariamente cristã. Contudo, essa realidade possui uma explicação histórica e política. Quando os portugueses chegaram nas terras onde hoje é o Brasil, no início do século XVI, os povos originários possuíam crenças religiosas de índole politeísta e ligada a elementos da natureza. No processo de conquista e colonização do território os portugueses impuseram aos povos não cristãos o catolicismo como única religião aceitável, apresentada por eles como a verdadeira e correta religião. Esse processo de difusão do catolicismo no Brasil foi uma política de Estado que foi tida como prioritária na medida que a Reforma Protestante avançava na Europa no século XVI, algo tratado como ameaça e heresia pela Igreja Católica e os povos que se mantinham fiéis ao catolicismo, como era o caso de Portugal. Os povos indígenas que foram incorporados ao ordenamento colonial pelos grupos religiosos, especialmente os jesuítas, foram sendo evangelizados em aldeamentos e reduções. Em relação aos povos que vieram do continente africano também se almejava a conversão ao catolicismo, ainda que a dinâmica do mundo do trabalho escravo tenha tornado essa dinâmica distinta da reclusão em reduções. Mas o ideal de conversão era a tônica. Assim, a sociedade colonial brasileira foi sendo moldada nos quadros do catolicismo, ainda que a prática religiosa da população nem sempre correspondesse com o discurso das autoridades religiosas. Ainda assim, religiões não católicas eram condenadas como “coisas do demônio” e combatidas. A Inquisição portuguesa fez visitações ao Brasil nos séculos XVI, XVII e XVIII para verificar a “pureza” da fé católica da população. Inúmeras pessoas acabaram presas e condenadas pelos inquisidores, especialmente os cristãos-novos, judeus ou descendentes de judeus convertidos ao catolicismo. A independência do Brasil em 1822 foi acompanhada de um projeto definidos pelas elites políticas e intelectuais de construção de uma nação católica, vide a Constituição de 1824 que estabeleceu o catolicismo como a religião oficial do país. Ou seja, ser brasileiro deveria ser sinônimo de ser católico. No primeiro Censo do país, de 1872, 99,72% da população foi classificada como católica e 0,28% como “acatólica”. Uma leitura que se pode fazer da expressão acatólica é que aos olhos da elite dirigente da época não se concebia uma alternativa religiosa ao catolicismo para os súditos do Império brasileiro. Ao final do século XIX com o advento do regime republicano e a Constituição de 1891 os novos grupos políticos que ascenderam ao poder estabeleceram o princípio da laicidade do Estado e a liberdade de culto religioso. Apesar disso, o catolicismo continuou sendo a religião da maior parte da população, de forma maciçamente hegemônica até fins do século XX. Por outro lado, nem todas as crenças religiosas eram respeitadas pelo poder público e a sociedade, como era o caso das perseguições feitas às religiões de matriz africana. Após o baque inicial de perder o status de religião oficial do país, a cúpula da Igreja Católica no Brasil passou a desenvolver ações de militância com o objetivo de ter influência política nos governos republicanos. Isso ganhou força na década de 1920 e começou a gerar frutos mais consistentes no decênio seguinte, como a conquista do estabelecimento de ensino religioso facultativo nas escolas públicas e a proibição legal do divórcio. Mas nas últimas décadas o perfil religioso da população brasileira passa por mudanças. Isso começou a ganhar força a partir da década de 1980, quando o país se tornou predominantemente urbano e o acesso à informação se dinamizou. No Censo do IBGE de 1980 os católicos eram 89% da população. Caíram para 64,63% no Censo de 2010. Os evangélicos eram 6,6% da população em 1980 e chegaram a 22,16% em 2010. Os sem religião, incluso ateus e agnósticos, aumentaram de 1,6% para 8,04% entre 1980 e 2010. O que se verifica a partir dos dados do Censo do IBGE é que a maior parcela da população brasileira continua adepta da fé cristã, agora mais dividida entre católicos e evangélicos. Já em termos políticos o país presencia atualmente um ativismo de grupos evangélicos visando influenciar nos destinos da população a partir de preceitos religiosos, o que faz recordar o ativismo de décadas passadas da Igreja Católica, especialmente com eleição de candidatos evangélicos nos legislativos e executivos do país. O ponto alto até o momento foi a eleição de Jair Bolsonaro em 2018, defensor de pautas evangélicas conservadoras.
Oficialização da letra do hino nacional, 06 de setembro

No dia 06 de setembro de 1922 a letra do Hino Nacional Brasileiro foi oficializada. Dessa forma, representa um dos quatro símbolos oficiais da República Federativa do Brasil. Veja a história por trás da oficialização da letra do Hino Nacional Brasileiro. O Hino Nacional Brasileiro é um símbolo de muita importância para nosso país. Temos uma letra que aborda todas as belezas e virtudes de nossa pátria e existe uma história por trás dessa letra. Antes do nosso Hino Nacional, outras versões de hinos já passaram como oficiais pelo país, mas não com tanta aprovação. Sendo assim, em 1906 um escritor chamado Coelho Neto, durante uma sessão na Câmara dos Deputados, sugeriu que criassem um poema para exaltar as belezas de nosso país. Sendo assim, essa sugestão levou o Ministro da Justiça Dr. Augusto Tavares de Lira a abrir um concurso para o melhor poema à altura da nação. A criação do poeta e escritor Joaquim Osório Duque Estrada foi a escolhida como melhor, com grande distinção. No entanto, o poema passou por alterações em 1916 e só então em 1922 a oficialização da letra do hino nacional aconteceu de fato.
Brasil ganha material biológico para vacina contra varíola dos macacos

O Brasil recebeu hoje (5) o material biológico necessário para iniciar o desenvolvimento de uma vacina contra a varíola dos macacos, ou monkeypox. O material conhecido tecnicamente como sementes do vírus vacinal foi doado pelo Instituto Nacional de Saúde (National Institutes of Health – NHI), agência de pesquisa médica dos Estados Unidos, para Centro de Tecnologia de Vacinas (CT Vacinas) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Esse é o primeiro passo para o desenvolvimento de uma vacina nacional contra a doença. Com esse material, é possível desenvolver o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), que é a matéria-prima para a produção vacinas. O CTVacinas receberá o lote e trabalhará em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos). A iniciativa é uma das ações definidas como prioritária pelos pesquisadores brasileiros que integram a CâmaraPOX Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Constituída em maio deste ano, o grupo formado por oito pesquisadores brasileiros especialistas em varíola e outros poxvírus assessora o MCTI sobre o assunto em relação à pesquisa, desenvolvimento e inovação. A varíola dos macacos é uma doença causada por vírus e transmitida pelo contato próximo ou íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente. Edição: Maria Claudia Fonte: Agência Brasil