Profissionais autônomas ou empregadas na indústria, elas possuem a paciência e o dom de transformar tecido em arte
O trabalho da costureira é artesanal, quase artístico. Demanda muita paciência e dedicação transformar uma peça de tecido em uma peça de roupa. Costurar é muito mais do que cortar e remendar tecidos, envolve cuidado e muito carinho.
Como autônomas ou empregadas, as costureiras exercem a função de movimentar um setor que fatura bilhões por ano. O setor da moda é um dos que mais cresce no Brasil e no mundo. E é através das mãos habilidosas que a criatividade dos estilistas toma forma e ganha vida.
Por sinal, o mercado oferece diversas vagas de trabalho para as costureiras. Só no município do Rio de Janeiro são abertas 500 novas oportunidades todos os anos, oferta de vagas que é bem superior à demanda. A remuneração costuma ser de R$ 700 a R$ 1.500.
Além da falta de mão de obra qualificada, que impede esses postos de serem preenchidos, existe a preferência pelo exercício da atividade de forma independente, sem vínculos com empresas. Muitas costureiras ainda preferem trabalhar como autônomas, pois dessa forma podem receber uma renda maior. Assim, é comum também que muitas procurem capacitação para trabalhar apenas em casa.
Dada a importância dessa profissional na história do vestuário e sua significativa contribuição para a sociedade, neste dia 25 de maio, o CPT – Centro de Produções Técnicas parabeniza e homenageia todas as costureiras!
Por Maria Clara Corsino