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“1500”: Novo lançamento de Athylla Borborema reforça o poder transformador do livro na 26ª Bienal de São Paulo

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“1500 – O Brasil a partir da Foz do Rio Cahy” resgata a história do descobrimento do Brasil

O maior evento literário do Brasil, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, chega a sua 26ª edição, o evento começou neste último sábado e segue domingo, dia 10 de julho de 2022, no Expo Center Norte, em São Paulo, e espera receber mais de 600 mil visitantes. Realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e organizada pela RX, retoma de forma presencial após quatro anos e com muitas novidades. O conceito criativo deste ano destaca o poder transformador do livro. Com a assinatura “Todo mundo sai melhor do que entrou”, a campanha ratifica a missão da CBL como instituição do setor editorial.

“O mundo mudou nos últimos anos em vários aspectos e nós também mudamos, buscando melhorar ainda mais o nosso evento. Uma das novidades é que estamos de casa nova: em 2022 vamos receber o público no Centro de Convenções da Expo Center Norte, na Vila Guilherme, na zona norte de São Paulo, que permitirá oferecer a todos uma experiência com uma infraestrutura que garante mais conforto e segurança na circulação dos visitantes”, diz o presidente da CBL, Vitor Tavares.

No total, serão 65 mil m² de área total e 11 mil m² ocupados comercialmente. Na comparação com a Bienal de 2018, houve um aumento de 6% de área comercial ocupada. Com 100% dos espaços ocupados e com 182 expositores. E estão à disposição do público aproximadamente 3 milhões de títulos. Durante os nove dias da 26ª Bienal Internacional do Livro, os visitantes poderão ter contato com autores, em encontros e palestras exclusivas. Como convidado de honra em 2022, Portugal está preparando uma participação muito especial para o evento com um estande de 500m², que inclui um auditório, uma livraria, um espaço infantojuvenil e uma zona multiusos, onde serão apresentadas exposições com conteúdo diversificado do seu país. A comitiva portuguesa conta com 23 autores.

Na programação da 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, mais de 300 autores nacionais e 30 autores internacionais estão presentes. Entre os nomes internacionais estão: os portugueses Valter Hugo Mãe e Afonso Cruz; a moçambicana Paulina Chiziane e o angolano Kalaf Epalanga, que fazem parte da comitiva portuguesa; além de Jenna Evans Welch, do best-seller “Amor & Gelato”; Nathan Harris e Elena Armas. Presença confirmada também de Xiran Jay Zhao, autor sino-canadense de ficção científica, personalidade da internet e cosplayer. Já entre os brasileiros estão: Laurentino Gomes, Mario Sergio Cortella, Mauricio de Sousa, Miriam Leitão, Ailton Krenak, Conceição Evaristo, Thalita Rebouças, os baianos Itamar Vieira Junior e Athylla Borborema, dentre tantos outros autores, todos com obras publicadas no Brasil nos últimos meses ou com lançamentos previstos para a Bienal.

A novidade entre os grandes lançamentos da 26ª Bienal de São Paulo é o livro histórico “1500 – O Brasil a partir da Foz do Rio Cahy” do jornalista baiano Athylla Borborema, que surge sem economia de registros e interpretações sobre a estimulante história que levou os portugueses a se aventurarem pelo mar, nas terras tropicais da Bahia em busca de um Porto Seguro, obra que celebra os 100 anos da 1ª Semana de Arte Moderna de São Paulo e os 200 anos da Independência do Brasil. O livro é um lançamento da Editora Lura de São Paulo e o autor participa de uma intensa programação de palestras e rodas de conversas nos dias 07, 08 e 09 na 26ª Bienal e, por fim, estará autografando o livro a partir das 13h de domingo, dia 10 de julho, no Stand L98, da Editora Lura.

O livro “1500 – O Brasil a partir da Foz do Rio Cahy” de Athylla Borborema, resgata a história do descobrimento do Brasil com fascínio, aventura e pesquisa. Num texto cronológico e comovente, repleto de casos pitorescos, o jornalista Athylla Borborema apresenta a história sob um novo ângulo e faz o leitor enxergar as etapas daquela aventura lusa, até a chegada dos portugueses à Foz do Rio Cahy, passando pelas missões promovidas por eles em Porto Seguro e em Coroa Vermelha. Por muito tempo, nossa História foi contada sob a economia de nomes, datas, alcances e locais e, esta obra, que pretende ser relevante para os brasileiros no resgate da historiografia do país, celebra o grande valor histórico da região litorânea do extremo sul da Bahia, onde se deu o primeiro contato da tripulação de Pedro Álvares Cabral com os indígenas brasileiros ao cair da tarde daquela quarta-feira do dia 22 de abril de 1500.

Fonte: Jornalalerta.com

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