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01 de julho, O Dia Internacional Reggae

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O Dia Internacional Reggae, (IRD – International Reggae Day) foi inspirado por Winnie Mandela durante sua visita oficial à Jamaica em julho de 1991, com o marido Nelson Mandela logo após a sua libertação da prisão.

Sra. Mandela falou do poder do Reggae através das obras de Marley, Tosh, Cliff e outros, para inspirar as pessoas da África do Sul em face do regime de Apartheid opressivo. Um dia para reconhecer o poder desta forma de arte, pareceu apropriado para Andrea Davis (organizadora do IRD), a criação de um festival para celebrar o dia internacional do reggae que foi lançado em 1 º de julho de 1994.

A celebração do IRD tem sido promovido como um evento anual, desde a sua proclamação pelo Governador Geral da Jamaica em 2000. Um festival de 24 horas celebrando o melhor da criatividade Jamaicana e seu impacto na Cultura Mundial. A variedade de atividades no evento, são produzidas ao longo do ano, que conta desde festivais de música, exposição de artesanato, Festival de filmes relacionados ao Reggae e sua cultura, workshop e conferências de direitos autorais, busca de talentos, além de diversas exposições e premiações. IRD tem sido usado como uma plataforma de lançamento para vários produtos, músicos, bandas e até culinária com aromas jamaicanos.

O reggae surgiu na Jamaica, na década de 60, tendo Bob Marley, cantor e compositor, seu principal ícone. O nome “reggae” foi empregado devido ao som que se faz na guitarra. O “re” seria o movimento pra baixo, e o “gae”, o movimento pra cima.

O Reggae é um gênero musical que tem suas origens na Jamaica no final da década de 1960. O auge do reggae ocorreu na década de 1970, quando este gênero espalhou-se pelo mundo. É uma mistura de vários estilos e gêneros musicais: música folclórica da Jamaica, ritmos africanos, ska e calipso.

A história do reggae com São Luís começa na década de 1970. As explicações para a chegada do ritmo no Maranhão são muitas, mas talvez a tese mais conhecida seja a de que marinheiros que chegavam ao porto de São Luís e de Cururupu deixavam discos trazidos da Jamaica nas zonas de prostituição para pagar pelos serviços.

 

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